sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O sexo não é sujo, não é egoísta, não ofende, mas se expressa divinamente.



     O sexo só será visto como arte por um cristão se conseguir desta ideologia transformá-lo em versos, lírico ou épico, refletindo a beleza que está  dentro da criação do Supremo e Único Criador (Deus). Se o cântico poético, ou o drama narrado ou cantado, expressar a dor, o flagelo, covardemente realizada no ser amado, ou ainda subtrair o prazer do simplório tirando-lhe o que não foi concedido e até, por fim, a vida, ou, ainda, violentar a inocência daqueles que não podem se defender – por não entender o que ver –  um ato de suprema covardia. Então, esta arte,  será vista como um ato sádico, ou um ato masoquista, ou o ato de pervertido. Pois  tenta alienar, roubar, destruir, matar um povo que teve o seu conhecimento castrado. 
    Assim os apologistas do “sexo livre” –  estes que declaram como arte suas obras distorcidas, que não respeitam o direito de ver e de opinar do espectador, do líder de uma família – se declaram libertários com o único propósito de violentar o direito de opinião e de escolha que a maioria da população possui. 
    Estes possuidores desta ideologia, assim se declaram, agem com a certeza de que não serão responsabilizados pela deseducação, por saberem  que o poder da mídia, o controle do palanque, o fato de serem a maioria “construída por forças não convencionais” dentro do legislativo (os únicos a fazerem as leis), judiciário (colocados para julgá-las) e executivo (direta ou indiretamente a executá-las).