domingo, 9 de julho de 2017

Como ser puro? Deus, me ajude!



Não acredito que alguém possa ser puro.
No mundo em que as informações contaminam e, por esta natureza, entranhada por toda a estrutura do corpo, seja qual for o lugar, o sistema e o momento, lá está ela! toda globalizada e cheia de distorções.
            O tempo de vida inocente existe, mas dura cada vez menos. Os recém-nascidos, de hoje, por exemplo, estão cada vez mais sabidos, nos dar a sensação que nasceram já experientes...Acho que Deus fez isto para proteger as crianças! Pois, criando Deus este amadurecimento   precoce dar asas protetoras para esses doces calouros a cidadãos desse mundo hostil. Asas que os ajudarão a guardar o coração virgem, o maior tempo possível.
O cristianismo leigo, ou propositalmente tendencioso, insiste em afirmar em uma condição de autopurificação, que terá aquele que pratica a oração e jejum. Pois bem, que seja fácil assim!
Mas, infelizmente, não é desta forma tão simplificada. O maior de todos os mestres, o Senhor Jesus Cristo, disse em um de seus ensinos:  “Orai e vigiai”. Então não é só orar! Entende-se que tem de coexistir a atitude postural de um penitente, como alavanca da redenção, por parte do homem. A alavanca aqui mencionada é o reconhecimento do Senhorio do Espirito de Deus no controle de suas escolhas.
            Bom, a pureza nasce com o homem e se perde com o seu doutorado. Então como recuperá-la? Aí está o ponto crucial da questão, que sozinho, ou com apoio humano, jamais conseguirá.
            Para encurtar esta longa prosa, tentarei explicar o inexplicável em dois pontos: 1) O Espirito de Cristo purifica o homem; e 2) Para acontecer o primeiro tem que nascer de novo, ou seja, reconhecer seu estado caído, que é o processo do arrependimento. Sendo assim como posso afirmar algo substancial em um assunto tão questionável, tão naturalmente transparente, com base apenas em grandes livros de pesquisas, ou experiências humanas?
Com a Bíblia, e na experiência de vida cristã, que só é obtida através de milagres constantes na vida do ser humano – milagres, que não são apenas os expostos no teatro “espetacularizador” da fé, realizados nos púlpitos das igrejas – esta pureza volta a existir, arrependendo-se o pecador, todos os dias, todos os momentos, de sua existência, e, como resultado, renascendo todos os dias confirmando a existência da fé.
           Nada somos, nada temos e para lugar nenhum vamos sem a purificação e determinação do Deus criador de tudo e de todos, que é vivo e não morto, onipresente, onisciente e onipotente. Confirmo o texto com as palavras do Apostolo Paulo: “seja o homem mentira e Deus verdadeiro”.

Professor Jair