DICIONÁRIO AULETE

iDcionário Aulete

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Circunferência: Raio, diâmetro, comprimento e área

















































































































































Circunferência: Raio, diâmetro, comprimento e área

















































































































































Circunferência: Raio, diâmetro, comprimento e área

















































































































































quinta-feira, 21 de setembro de 2017

GRAMÁTICA – CLASSE DAS PALAVRAS – PRONOME


Colocação dos Pronomes Oblíquos Átonos 

Um dos aspectos da harmonia da frase refere-se à colocação dos pronomes oblíquos átonos. Tais pronomes situam-se em três posições: - Antes do verbo (próclise): Não te conheço. - No meio do verbo (mesóclise): Avisar-te-ei. - Depois do verbo (ênclise): Sente-se, por favor. 

Próclise 

Por atração: usa-se a próclise quando o verbo vem precedido das seguintes partículas atrativas: - Palavras ou expressões negativas: Não te afastes de mim. - Advérbios: Agora se negam a depor. Se houver pausa (na escrita, vírgula) entre o advérbio e o verbo, usa-se a ênclise: Agora, negam-se a depor. - Pronomes Relativos: Apresentaram-se duas pessoas que se identificaram com rapidez. - Pronomes Indefinidos: Poucos se negaram ao trabalho. - Conjunções subordinativas: Soube que me dariam a autorização solicitada. 
Com certas frases: há casos em que a próclise é motivada pelo próprio tipo de frase em que se localiza o pronome. - Frases Interrogativas: Quem se atreveria a isso? - Frases Exclamativas: Quanto te arriscas com esse procedimento! - Frases Optativas (exprimem desejo): Deus nos proteja. Se, nas frases optativas, o sujeito vem depois do verbo, usa-se a ênclise: Proteja-nos Deus. 
Com certos verbos: a próclise pode ser motivada também pela forma verbal a que se prende o pronome. - Com o gerúndio precedido de preposição ou de negação: Em se ausentando, complicou-se; Não se satisfazendo com os resultados, mudou de método. - Com o infinito pessoal precedido de preposição: Por se acharem infalíveis, caíram no ridículo. 

Mesóclise 

Usa-se a mesóclise tão somente com duas formas verbais, o futuro do presente e o futuro do pretérito, assim quando não vierem precedidos de palavras atrativas. Exemplos:   
Confrontar-se-ão os resultados. Confrontar-se-iam os resultados. 
Mas: Não se confrontarão os resultados. Não se confrontariam os resultados. 
Não se usa a ênclise com o futuro do presente ou com o futuro do pretérito sob hipótese alguma. Será contrária à norma culta escrita, portanto, uma colocação do tipo: 
Diria-se que as coisas melhoraram. (errado) Dir-se-ia que as coisas melhoraram. (correto) 

Ênclise 

Usa-se a ênclise nos seguintes casos: 
- Imperativo Afirmativo: Prezado amigo, informe-se de seus compromissos. 
- Gerúndio não precedido da preposição “em” ou de partícula negativa: Falando-se de comércio exterior, progredimos muito. 
Mas Em se plantando no Brasil, tudo dá. Não se falando em futebol, ninguém briga. Ninguém me provocando, fico em paz. 
- Infinitivo Impessoal: Não era minha intenção magoar-te. Se o infinitivo vier precedido de palavra atrativa, ocorre tanto a próclise quanto a ênclise. Espero com isto não te magoar. Espero com isto não magoar-te. 
- No início de frases ou depois de pausa: Vão-se os anéis, ficam os dedos. Decorre daí a afirmação de que, na variante culta escrita, não se inicia frase com pronome oblíquo átono. Causou-me surpresa a tua reação. 

O Pronome Oblíquo Átono nas Locuções Verbais 

- Com palavras atrativas: quando a locução vem precedida de palavra atrativa, o pronome se coloca antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplo: Nunca te posso negar isso; Nunca posso negar-te isso. É possível, nesses casos, o uso da próclise antes do verbo principal. Nesse caso, o pronome não se liga por hífen ao verbo auxiliar: Nunca posso te negar isso. 
- No início da oração ou depois de pausa: quando a locução se situa no início da oração, não se usa o pronome antes do verbo auxiliar. Exemplo: Posso-lhe dar garantia total; Posso dar-lhe garantia total. A mesma norma é válida para os casos em que a locução verbal vem precedida de pausa. Exemplo: Em dias de lua cheia, pode-se ver a estrada mesmo com faróis apagados; Em dias de lua cheia, pode ver-se a estrada mesmo com os faróis apagados. 
- Sem atração nem pausa: quando a locução verbal não vem precedida de palavra atrativa nem de pausa, admite-se qualquer colocação do pronome.  Exemplos: A vida lhe pode trazer surpresas. A vida pode-lhe trazer surpresas. A vida pode trazer-lhe surpresas.    

Observações 

- Quando o verbo auxiliar de uma locução verbal estiver no futuro do presente ou no futuro do pretérito, o pronome pode vir em mesóclise em relação a ele: Ter-nos-ia aconselhado a partir. 
- Nas locuções verbais, jamais se usa pronome oblíquo átono depois do particípio. Não o haviam convidado. (correto); Não haviam convidado-o. (errado). 
- Há uma colocação pronominal, restrita a contextos literários, que deve ser conhecida: Há males que se não curam com remédios. Quando há duas partículas atraindo o pronome oblíquo átono, este pode vir entre elas. Poderíamos dizer também: Há males que não se curam com remédios. 
- Os pronomes oblíquos átonos combinam-se entre si em casos como estes: me + o/a = mo/ma te + o/a = to/ta lhe + o/a = lho/lha nos + o/a = no-lo/no-la vos + o/a = vo-lo/vo-la 
Tais combinações podem vir: - Proclítica: Eu não vo-lo disse? - Mesoclítica: Dir-vo-lo-ei já. - Enclítica: A correspondência, entregaram-lha há muito tempo. 
Segundo a norma culta, a regra é a ênclise, ou seja, o pronome após o verbo. Isso tem origem em Portugal, onde essa colocação é mais comum. No Brasil, o uso da próclise é mais frequente, por apresentar maior informalidade. Mas, como devemos abordar os aspectos formais da língua, a regra será ênclise, usando próclise em situações excepcionais, que são: - Palavras invariáveis (advérbios, alguns pronomes, conjunção) atraem o pronome. Por “palavras invariáveis”, entendemos os advérbios, as conjunções, alguns pronomes que não se flexionam, como o pronome relativo que, os pronomes indefinidos quanto/como, os pronomes demonstrativos isso, aquilo, isto. Exemplos: “Ele não se encontrou com a namorada.” – próclise obrigatória por força do advérbio de negação. “Quando se encontra com a namorada, ele fica muito feliz.” – próclise obrigatória por força da conjunção; - Orações exclamativas (“Vou te matar!”) ou que expressam desejo, chamadas de optativas (“Que Deus o abençoe!”) – próclise obrigatória.  - Orações subordinadas – (“... e é por isso que nele se acentua o pensador político” – uma oração subordinada causal, como a da questão, exige a próclise.). 

Emprego Proibido

- Iniciar período com pronome (a forma correta é: Dá-me um copo d’água; Permita-me fazer uma observação.); - Após verbo no particípio, no futuro do presente e no futuro do pretérito. Com essas formas verbais, usa-se a próclise (desde que não caia na proibição acima), modifica-se a estrutura (troca o “me” por “a mim”) ou, no caso dos futuros, emprega-se o pronome em mesóclise. Exemplos: “Concedida a mim a licença, pude começar a trabalhar.” (Não poderia ser “concedida-me” – após particípio é proibido - nem “me concedida” – iniciar período com pronome é proibido). “Recolher-me-ei à minha insignificância” (Não poderia ser “recolherei-me” nem “Me recolherei”).

OBSERVAÇÃO:
Esta postagem torna-se anônima por não ter anotado a origem de tal estudo, mas é de total confiança a referida edição, por conferir com a gramática homologada pelo MEC.



Professor Jair de Oliveira Filho

Formado em Licenciatura Plena Português – Inglês.

Pensamento do dia


domingo, 17 de setembro de 2017

MEDITE NA VIDA E VIVA MELHOR, ACREDITE E HAVERÁ ESPERANÇA







"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” (Hb 11), então deve enxergar o inexistente, sonhar e acreditar no seu sonho.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O sexo não é sujo, não é egoísta, não ofende, mas se expressa divinamente.



     O sexo só será visto como arte por um cristão se conseguir desta ideologia transformá-lo em versos, lírico ou épico, refletindo a beleza que está  dentro da criação do Supremo e Único Criador (Deus). Se o cântico poético, ou o drama narrado ou cantado, expressar a dor, o flagelo, covardemente realizada no ser amado, ou ainda subtrair o prazer do simplório tirando-lhe o que não foi concedido e até, por fim, a vida, ou, ainda, violentar a inocência daqueles que não podem se defender – por não entender o que ver –  um ato de suprema covardia. Então, esta arte,  será vista como um ato sádico, ou um ato masoquista, ou o ato de pervertido. Pois  tenta alienar, roubar, destruir, matar um povo que teve o seu conhecimento castrado. 
    Assim os apologistas do “sexo livre” –  estes que declaram como arte suas obras distorcidas, que não respeitam o direito de ver e de opinar do espectador, do líder de uma família – se declaram libertários com o único propósito de violentar o direito de opinião e de escolha que a maioria da população possui. 
    Estes possuidores desta ideologia, assim se declaram, agem com a certeza de que não serão responsabilizados pela deseducação, por saberem  que o poder da mídia, o controle do palanque, o fato de serem a maioria “construída por forças não convencionais” dentro do legislativo (os únicos a fazerem as leis), judiciário (colocados para julgá-las) e executivo (direta ou indiretamente a executá-las).

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O testemunho da fé



Assim começa o milagre de Jesus em minha vida. Eu, minha esposa e minha filha fomos transferidos para a cidade de Corumbá em Mato Grosso do Sul, ao chegar nessa cidade minha esposa começou um tratamento para engravidar, pois decidimos dar um irmão para Rebeka, nossa filha. Entretanto, durante esta trajetória médica o ginecologista encontrou um folículo, o qual crescia diariamente e não se rompia. Todavia o médico responsável pelos exames insistia em ser normal por estar o folículo se preparando para liberar o óvulo. Mas, nada de sair o tão esperado óvulo. E, assim, crescia em forma de um círculo negro e nada de rompimento. Concomitantemente, minha esposa se queixava para todos detentores da ciência medicinal de que sentia muita dor e que estas a faziam se contorcer e, também, esta dor alojada em seu corpo já existia há muito tempo, antes mesmo do surgimento do descoberto folículo. Entretanto, mesmo diante desse quadro o diagnóstico dos ginecologistas repetia-se, dizendo: “nada que a senhora deva se preocupar, é natural às mulheres durante a menstruação", e, convulsos receitavam como medicamento o remédio “ buscopan”. O mais irônico nesse caso é que o médico considerado por todos como o melhor ginecologista da cidade e, sendo admirado pela maioria das mulheres da região, também nada encontrou, mesmo usando os seus aparelhos de última geração. Após vários exames, depois de gastar muito dinheiro, ainda permanecia o cisto e as dores.
         Carregando o sofrimento por anos, minha esposa com as dores eu com as angustias, e, pior agravando-se ainda mais nos últimos meses do ano de 2002. Conduzido por Deus, como num impulso, levei-a a um clínico-geral, este, ainda novo na profissão, deu o diagnóstico com exatidão: endometriose. Encaminhou minha esposa para fazer o exame de ultrassonografia, que foi realizado pela ginecologista, uma Capitã-de-Fragata, do Hospital da Marinha em Ladário, confirmando o diagnóstico. O maravilhoso está em que conheci o referido Clínico por acaso, e que a partir dali o Espírito de Deus operou em meu coração revelando-me ser aquele o caminho. E assim começa a marcha triste, porém vitoriosa, cheia de provas, com mensagens realista, mas com as artimanhas de satanás, trazendo dores na alma e buscando tirar a esperança. Essa última fase foi marcada pela ação e opinião profissional de um médico, já passado em anos, cuja experiência era indiscutível.
         A cirurgia era a única saída para o momento, a probabilidade de tirar apenas o ovário afetado era pequeníssima. Só se falava em tirar os dois óvulos, e provavelmente também o útero. Assim o desejo de mais um filho, estaria totalmente terminado.
         A visita do Senhor Jesus. Em constante oração e crendo sempre nas promessas de Deus nunca deixei de acreditar na solução milagrosa do Senhor.
     Em uma maravilhosa noite de sono, faltando um dia para a operação, o Rei dos Reis me mostrou através de uma visão: um homem vestido de médico, alto e branco como o médico que iria realizar a cirurgia, nesta eu era chamado para receber o resultado das minhas orações, onde "ELE" me mostrou através de um aparelho, lembrando uma televisão, mais propriamente dito um monitor de computador. Neste, vi um ovário sadio, bonito em aparência, com o carimbo de aprovado, e do outro lado estava o ovário com um sinal - imagem lembrando um enorme "X" de cor vermelha sobre o mesmo - que significava a reprovação, a fim de que fosse retirado. Logo, entendi que o Senhor da Vida estava falando sobre a cirurgia de minha esposa e que ela passaria por esta cirurgia sem risco, retirando apenas um ovário, o órgão enfermo, permitindo-a (minha esposa) o direito ser mãe.
         A luta não foi fácil e satanás não está brincando de inimigo, ele é o inimigo. Mesmo após a cirurgia era previsto uma série de tratamento com injeções caríssimas, tendo de viajar a cada mês para a Capital-MS, Campo Grande, distante de Corumbá 8 horas de ônibus, aproximadamente 470 km. Após ter feito tudo o que devia e mais um pouco, ainda assim a enfermidade não cedia. 
         A decisão médica. Diante do quadro de evolução da endometriose, começou o trabalho de preparação psicológica da minha esposa, para aceitar a retirada do útero e ovário. Mas, conhecendo a Deus através da Bíblia e sua manifestação em minha vida, e tendo ouvido a promessa de Deus sobre o caso em pauta, não aceitei a decisão médica. Disse a minha esposa: o nosso Deus é o Senhor Proverá, Ele é o nosso Médico, pois é o Médico dos médicos.
    O Culto da Vitória. No ano de 2005, casualmente, fiquei responsável pelo culto da vitória, todas quintas-feiras, no Templo Sede da Igreja Assembleia de Deus de Corumbá, com a autoridade de dirigente, abri a primeira campanha: Mc 16:16-20 “O crente expulsa demônios e cura enfermos” e apregoei três quintas-feiras de jejum. Na segunda campanha trabalhei com Dt 28:1-14 “as promessas de Deus”. Durante esta segunda campanha o Espírito de Deus trouxe a Corumbá, para ser o pregador de uma de nossas festividades, um Pastor de São Paulo, cujo nome não me lembro. Mas, sei que o Espírito Santo o usou e ínterim de sua mensagem profetizou: "que dentro de um ano receberia a benção e mandou que anotasse a data". Prontamente anotei na minha Bíblia a data de 20-08-2005 (dia da profecia) e em 18-06-2006 minha esposa estava grávida e assim foi confirmado pelos médicos.           Estes médicos ficaram atônitos, em especial o médico que fez a cirurgia, o tratamento com drogas específicas pós cirurgia, e que logo após perceber o avanço da endometriose declarou ser necessário outra cirurgia, para retirada do útero e o ovário. Olhou o resultado do exame comprobatório da gravidez diversas vezes, chamou outras pessoas para testemunhar, e não só falando, mas também escrevendo no documento de exame: “é um milagre! ” Isso só Deus pode fazer!
         Meus irmãos em Cristo Jesus, companheiros de fé, e meu amigo que está lendo este relatório da fé, foi a boca de homens ateus, e não de crentes, a certificação do milagre.
         A irmã Cristiane, minha esposa, iria perder o útero. Mas, Deus deu um filho, um menino, no lugar dessa humilhação. A fé, quando direcionada no Deus de Abraão, Isaque e Israel, nunca deixará de ser atendida. 
         O maravilhoso é que para ser considerada a cura da doença teria que acontecer uma gravidez, é o que ensina a medicina, e o nosso Deus assim o fez.
         Não duvide nunca da ação milagrosa de Deus, espere o tempo que tiver de esperar. Esperei sete anos de dores, mas veio a vitória.
         Tenha fé, você vencerá também.


domingo, 16 de julho de 2017

Como ser puro? Eis a questão!

Como ser puro? Deus, me ajude!

Não acredito que alguém possa ser puro.
No mundo em que as informações contaminam e, por esta natureza, entranhada por toda a estrutura do corpo, seja qual for o lugar, o sistema e o momento, lá está ela! Toda globalizada e cheia de distorções.
O tempo de vida inocente existe, mas dura cada vez menos. Os recém-nascidos, de hoje, por exemplo, estão cada vez mais sabidos, nos dar a sensação que nasceram já experientes...Acho que Deus fez isto para proteger as crianças! Pois, criando Deus este amadurecimento   precoce dar asas protetoras para esses doces calouros a cidadãos desse mundo hostil. Asas que os ajudarão a guardar o coração virgem, o maior tempo possível.
O cristianismo leigo, ou propositalmente tendencioso, insiste em afirmar em uma condição de autopurificação, que terá aquele que pratica a oração e jejum. Pois bem, que seja fácil assim!
Mas, infelizmente, não é desta forma tão simplificada. O maior de todos os mestres, o Senhor Jesus Cristo, disse em um de seus ensinos:  “Orai e vigiai”. Então não é só orar! Entende-se que tem de coexistir a atitude postural de um penitente, como alavanca da redenção, por parte do homem. A alavanca aqui mencionada é o reconhecimento do Senhorio do Espirito de Deus no controle de suas escolhas.
Bom, a pureza nasce com o homem e se perde com o seu doutorado. Então como recuperá-la? Aí está o ponto crucial da questão, que sozinho, ou com apoio humano, jamais conseguirá.
Para encurtar esta longa prosa, tentarei explicar o inexplicável em dois pontos: 1) O Espirito de Cristo purifica o homem; e 2) Para acontecer o primeiro tem que nascer de novo, ou seja, reconhecer seu estado caído, que é o processo do arrependimento. Sendo assim como posso afirmar algo substancial em um assunto tão questionável, tão naturalmente transparente, com base apenas em grandes livros de pesquisas, ou experiências humanas?
Com a Bíblia, e na experiência de vida cristã, que só é obtida através de milagres constantes na vida do ser humano – milagres, que não são apenas os expostos no teatro “espetacularizador” da fé, realizados nos púlpitos das igrejas – esta pureza volta a existir, arrependendo-se o pecador, todos os dias, todos os momentos, de sua existência, e, como resultado, renascendo todos os dias confirmando a existência da fé.
Nada somos, nada temos e para lugar nenhum vamos sem a purificação e determinação do Deus criador de tudo e de todos, que é vivo e não morto, onipresente, onisciente e onipotente. Confirmo o texto com as palavras do Apostolo Paulo: “seja o homem mentira e Deus verdadeiro”.


Professor Jair

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Educação da monarquia a república




A educação precisa ser reestrutura, na verdade a educação precisa voltar aos primeiros conceitos, ao meu ver o retorno a monarquia, e descartar em parte ou totalmente as teorias pedagógicas surgidas a partir da república. Não é um retrocesso! Mas, humildade de declarar que o progresso aconteceu de forma desconjuntada, com introdução de interesses particulares e com o surgimento de outros impérios escusos.
Restaurar o ensino e a prática da literatura, da arte e do estudo aprofundado da nossa gramática é resgatar o sentimento pátrio, é resgatar a honra e a dignidade da família brasileira.
Os “erros” aumentaram porque aumentou a ignorância e a preguiça de aprender. A alienação do povo a um sistema de mídia prostituído, chegando a um ponto tão alarmante em que as dúvidas do uso da língua alcançaram os educadores, e foi concluído nos professores da língua portuguesa, tudo em nome da “arte” televisionada.   
Não quero afirmar, com a argumentação do parágrafo anterior, que os responsáveis pelo ensino estejam propositalmente desabilitando-se, nem que sejam incapazes de dar um ensino qualificado. Mas, como vítimas do sistema ora vigente em nosso pais, vivem esmorecidos, deprimidos, sem fé na política pedagógica das instituições de ensino, como fantasmas adentram às salas de aula. Pois esse sistema colocou cabresto em nossos mestres, que como saco de pancadas vivem no palco do ensino corrompido. Ironicamente, neste mesmo palco, já foram respeitados e muitas vezes ovacionados.
Caçar, julgar e prender a todos assassinos da educação, da cultura, da saúde, da honra do povo brasileiro, este é o nosso dever. Desde modo, apoiando os trabalhos que estão sendo realizados através da LAVA JATO, estaremos trabalhando para reestruturar a nossa sociedade. 












segunda-feira, 10 de julho de 2017

Controle e descontrole dos olhos


Para onde devemos olhar? Para lugar nenhum é o mais seguro. Concordo que é paradoxo, mas é a solução mais indicada para viver bem nesta sociedade tão maliciosa.  
Há pessoas que estão sempre procurando um assunto e esse assunto poderá ser você. O pior é que talvez nunca saberá do tema e de ser você o alvo da gostosa prosa, ou seja, da fofoca. Em todos os segmentos sociais esta está presente, seja com elegância, seja descaradamente, para assumir todas as formas. 
Primeiro quadro social, duas pessoas religiosas conversando sobre um assunto:  
José - Oi! Graça e Paz! 
Onófre - Graça e Paz!   
José - Deus me perdoe, mas, é só um comentário... Você sabe... Nós que nos preocupamos com a obra de Deus temos que estar atentos... 
Onófre - concorda prontamente.  
José - vou contar este caso, mas não conte para ninguém! É para você orar pela família... 

As pessoas deste quadro apresentam a hipocrisia no meio religioso, fingindo preocupação com o próximo com o argumento de fazer a oração intercessória, mas o que quer na verdade é saber da vida alheia e se divertir com a desgraça alheia, divulgando-a indiscriminadamente.

Segundo quadro social
Uma mulher muito culta, durante uma palestra, não consegue parar o mal existente no seu caráter.
- Fala a socióloga no intervalo da palestra: Senhoras, quero fazer uma colocação de grande importância, mas devo trazer a juízo o meu rigoroso cuidado para não ferir a ética, o bom costume moral e os princípios herdados por nossos pais.
- Todas a mulheres, em sua maioria jovens casadas, ouvem atentamente.
- A socióloga continua sua exposição – Não tenho a intenção de ser pragmática, mas o comportamento que vos anunciarei pode beirar o paradoxo ideológico apresentado, por mim, às senhoras:
Na noite de terça-feira vi, sem nenhuma intenção de vê-lo, o diretor da minha empresa passar com o seu carro importado, vagarosamente, pela rua onde moro, às 23:00 h, aproximadamente. Vocês devem se perguntar: o que isso tem de importante? Pois bem, eu vos explicarei.  Mas quero deixar claro a importância da análise sociológica!
Retomando o assunto: ele é o meu chefe, muito bonito, alto, loiro de olhos azuis, muito inteligente e culto, sua esposa igualmente bonita e inteligente, e, sempre visita o marido na empresa em que ele preside. É um casal modelo, são pessoas maravilhosas! Ouçam-me bem! Não que fico vigiando o meu chefe! Mas percebo que seus olhos não param e sempre acompanha o andar das secretárias quando estas deixam algum documento em sua mesa.
Bom, deixa para lá! Naquela noite de terça-feira ele passeava com seu carro nas proximidades de minha residência, então vi a oportunidade e a importância de observar suas ações, pois se tratava de um doutor em psicologia, psicanálise e recém-formado em psiquiatria.
Entendam bem! Não estou ferindo a ética, nem seguindo um comportamento típico dos ignorantes. Para fortalecer nossa palestra é que estou contando o fato.
Ele parou o carro em uma esquina da rua Barata Ribeiro, uma quadra antes da casa de uma das secretárias, aquela que costumava usar as saias sempre da forma mais insinuante possível e que mais mexia com a respiração dele. Logo ele saiu do carro e comprou uma flor, rosa vermelha perfumada, pois eu conheço aquela floricultura, e usou o celular em seguida, então voltou para o carro. A pesar de minhas experiências confirmadas em centenas de pesquisas sobre a conduta com desnível conjugal, fiquei pasma! A secretária, mulatinha, aquela das saias sensuais, saiu de seu prédio e foi em direção a ele, se beijaram apaixonadamente, diante do público, sem escrúpulos, e entraram no carro para seguirem rumo desconhecido.
Continuou sua aplicação naturalmente: para fortalecer o que já falei sobre o assunto formação dos grupos sociais e seus desdobramentos na sociedade, façam uma pesquisa sobre as primeiras famílias luso-brasileiras e me entreguem na próxima quarta-feira.

Terceiro quadro:
No bairro de Madureira, na Vila Fraternidade, uma senhora de nome Arlete muito distinta, porém com mania de detive.
Arlete grita para sua vizinha da casa 07 que vinha passando: Ei! Ei! Creuza! Creuza!
Creuza era uma mulher de bem, recatada, solteira, 35 anos, enigmática, funcionária do Banco do Brasil, aluna de direito da UERJ, muito educada e boa ouvinte. Mesmo sem tempo, para e volta a fim de atender a sua vizinha Arlete.
Arlete agitada logo esbravejou: Tenho um babado daqueles... para te contar, já que você está sempre ausente, vou te colocar a par de uma das bandalheiras aqui do bairro.
Creuza que não tinha tempo para ler jornal e gostava de uma novidade, ficou paradinha e excitada com a possibilidade do novo.
Arlete começa: Sabe o Carlos? Aquele morador da casa 01? Pois é! Agora, quase toda noite, entra na casa da Margarete, aquela que é casada com o Cabo da Marinha. É só o pobre homem ficar de serviço, pronto! Entra às escondidas, por volta das 02 horas da madrugada e sai às seis horas da manhã. Quando o coitado viaja! Meu Deus! Os dois parecem até casados!
Creuza, uma solteirona, parece não ser apenas uma fofoqueira, mais também uma doente sexual. Com os olhos brilhando e se fingindo de indignada, faz clamores pela honra da família, e logo entra em sua casa.

Vejamos, onde os olhos pesquisadores se aplicarão? Notamos nos quadros acima que não tem regras, nem classes sociais, nem níveis educacionais com a presença da escolha apropriada de como se deve usar os olhos.
Como a boca assim são olhos, sem controle, o bem e o mal estão sempre em sua trajetória. Tanto um quanto o outro está ligado à natureza humana, que não é boa. Os desejos aflorados pelas glândulas, a alta sensibilidade das áreas erógenas, o ouvido e o olfato sempre levando lembranças impuras ao centro nervoso, fazem com que nos coloquemos em guerra contra nós mesmos, para que o espírito dado por Deus possa exercer o controle e nos manter ouvintes obedientes da nossa consciência. Assim temos a esperança de ver a sociedade viver e traçar metas de vida justa entre os homens.  

Autor: Professor Jair
  


domingo, 9 de julho de 2017

Como ser puro? Deus, me ajude!



Não acredito que alguém possa ser puro.
No mundo em que as informações contaminam e, por esta natureza, entranhada por toda a estrutura do corpo, seja qual for o lugar, o sistema e o momento, lá está ela! toda globalizada e cheia de distorções.
            O tempo de vida inocente existe, mas dura cada vez menos. Os recém-nascidos, de hoje, por exemplo, estão cada vez mais sabidos, nos dar a sensação que nasceram já experientes...Acho que Deus fez isto para proteger as crianças! Pois, criando Deus este amadurecimento   precoce dar asas protetoras para esses doces calouros a cidadãos desse mundo hostil. Asas que os ajudarão a guardar o coração virgem, o maior tempo possível.
O cristianismo leigo, ou propositalmente tendencioso, insiste em afirmar em uma condição de autopurificação, que terá aquele que pratica a oração e jejum. Pois bem, que seja fácil assim!
Mas, infelizmente, não é desta forma tão simplificada. O maior de todos os mestres, o Senhor Jesus Cristo, disse em um de seus ensinos:  “Orai e vigiai”. Então não é só orar! Entende-se que tem de coexistir a atitude postural de um penitente, como alavanca da redenção, por parte do homem. A alavanca aqui mencionada é o reconhecimento do Senhorio do Espirito de Deus no controle de suas escolhas.
            Bom, a pureza nasce com o homem e se perde com o seu doutorado. Então como recuperá-la? Aí está o ponto crucial da questão, que sozinho, ou com apoio humano, jamais conseguirá.
            Para encurtar esta longa prosa, tentarei explicar o inexplicável em dois pontos: 1) O Espirito de Cristo purifica o homem; e 2) Para acontecer o primeiro tem que nascer de novo, ou seja, reconhecer seu estado caído, que é o processo do arrependimento. Sendo assim como posso afirmar algo substancial em um assunto tão questionável, tão naturalmente transparente, com base apenas em grandes livros de pesquisas, ou experiências humanas?
Com a Bíblia, e na experiência de vida cristã, que só é obtida através de milagres constantes na vida do ser humano – milagres, que não são apenas os expostos no teatro “espetacularizador” da fé, realizados nos púlpitos das igrejas – esta pureza volta a existir, arrependendo-se o pecador, todos os dias, todos os momentos, de sua existência, e, como resultado, renascendo todos os dias confirmando a existência da fé.
           Nada somos, nada temos e para lugar nenhum vamos sem a purificação e determinação do Deus criador de tudo e de todos, que é vivo e não morto, onipresente, onisciente e onipotente. Confirmo o texto com as palavras do Apostolo Paulo: “seja o homem mentira e Deus verdadeiro”.

Professor Jair

quinta-feira, 6 de julho de 2017

VILA REAL FC, JOGADORES EM APOIO AO LAURO LAURO REGISTRANDO




    Um trabalho social tendo a educação esportiva como alavanca para mover a pedra que atrapalha o sucesso dessas crianças e jovens. "Aristóteles escreve: "uma andorinha só não faz primavera", mas, graças a Deus, o paradigma criado pela sociedade a partir desse pensamento é quebrado pela fé e perseverança daqueles que enxergam o bem como uma célula multiplicadora.

“one swallow doesn’t make a summer”?

Na língua inglesa, one swallow doesn’t make a summer significa uma andorinha só não faz verão (uma situação não vai melhorar só porque uma coisa boa aconteceu).
A primeira menção conhecida a esse ditado está no livro Ética a Nicômano do filósofo grego Aristóteles. Na obra, o autor escreve que “uma andorinha só não faz primavera”. A história é sobre um rapaz que gasta toda a sua fortuna em jogos de azar e luxúria. Com o fim da riqueza, o jovem fica apenas com uma capa para protegê-lo do frio. Vendo uma andorinha no céu, o rapaz conclui que a primavera está chegando e não vai mais precisar da proteção da roupa. Decide, então, vendê-la e recuperar sua fortuna numa última aposta. Ele perde. O inverno rigoroso avança, e o rapaz morre congelado. Fontes: Cambridge Dictionary e Wikipedia

Amanda Wanessa Eu Cuido de Ti [Original]

Paulo e Silas - Alisson e Neide (Legendado)

quarta-feira, 21 de junho de 2017




Colocação dos Pronomes Oblíquos Átonos


Um dos aspectos da harmonia da frase refere-se à colocação dos pronomes oblíquos átonos. Tais pronomes situam-se em três posições: - Antes do verbo (próclise): Não te conheço. - No meio do verbo (mesóclise): Avisar-te-ei. - Depois do verbo (ênclise): Sente-se, por favor. 
Próclise 
Por atração: usa-se a próclise quando o verbo vem precedido das seguintes partículas atrativas: - Palavras ou expressões negativas: Não te afastes de mim. - Advérbios: Agora se negam a depor. Se houver pausa (na escrita, vírgula) entre o advérbio e o verbo, usa-se a ênclise: Agora, negam-se a depor. - Pronomes Relativos: Apresentaram-se duas pessoas que se identificaram com rapidez. - Pronomes Indefinidos: Poucos se negaram ao trabalho. - Conjunções subordinativas: Soube que me dariam a autorização solicitada. 
Com certas frases: há casos em que a próclise é motivada pelo próprio tipo de frase em que se localiza o pronome. - Frases Interrogativas: Quem se atreveria a isso? - Frases Exclamativas: Quanto te arriscas com esse procedimento! - Frases Optativas (exprimem desejo): Deus nos proteja. Se, nas frases optativas, o sujeito vem depois do verbo, usa-se a ênclise: Proteja-nos Deus. 
Com certos verbos: a próclise pode ser motivada também pela forma verbal a que se prende o pronome. - Com o gerúndio precedido de preposição ou de negação: Em se ausentando, complicou-se; Não se satisfazendo com os resultados, mudou de método. - Com o infinito pessoal precedido de preposição: Por se acharem infalíveis, caíram no ridículo. 
Mesóclise 
Usa-se a mesóclise tão somente com duas formas verbais, o futuro do presente e o futuro do pretérito, assim quando não vierem precedidos de palavras atrativas. Exemplos:   
Confrontar-se-ão os resultados. Confrontar-se-iam os resultados. 
Mas: Não se confrontarão os resultados. Não se confrontariam os resultados. 
Não se usa a ênclise com o futuro do presente ou com o futuro do pretérito sob hipótese alguma. Será contrária à norma culta escrita, portanto, uma colocação do tipo: 
Diria-se que as coisas melhoraram. (errado) Dir-se-ia que as coisas melhoraram. (correto) 
Ênclise 
Usa-se a ênclise nos seguintes casos: 
- Imperativo Afirmativo: Prezado amigo, informe-se de seus compromissos. 
- Gerúndio não precedido da preposição “em” ou de partícula negativa: Falando-se de comércio exterior, progredimos muito. 
Mas Em se plantando no Brasil, tudo dá. Não se falando em futebol, ninguém briga. Ninguém me provocando, fico em paz. 
- Infinitivo Impessoal: Não era minha intenção magoar-te. Se o infinitivo vier precedido de palavra atrativa, ocorre tanto a próclise quanto a ênclise. Espero com isto não te magoar. Espero com isto não magoar-te. 
- No início de frases ou depois de pausa: Vão-se os anéis, ficam os dedos. Decorre daí a afirmação de que, na variante culta escrita, não se inicia frase com pronome oblíquo átono. Causou-me surpresa a tua reação. 
O Pronome Oblíquo Átono nas Locuções Verbais 
- Com palavras atrativas: quando a locução vem precedida de palavra atrativa, o pronome se coloca antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplo: Nunca te posso negar isso; Nunca posso negar-te isso. É possível, nesses casos, o uso da próclise antes do verbo principal. Nesse caso, o pronome não se liga por hífen ao verbo auxiliar: Nunca posso te negar isso. 
- No início da oração ou depois de pausa: quando a locução se situa no início da oração, não se usa o pronome antes do verbo auxiliar. Exemplo: Posso-lhe dar garantia total; Posso dar-lhe garantia total. A mesma norma é válida para os casos em que a locução verbal vem precedida de pausa. Exemplo: Em dias de lua cheia, pode-se ver a estrada mesmo com faróis apagados; Em dias de lua cheia, pode ver-se a estrada mesmo com os faróis apagados. 
- Sem atração nem pausa: quando a locução verbal não vem precedida de palavra atrativa nem de pausa, admite-se qualquer colocação do pronome.  Exemplos: A vida lhe pode trazer surpresas. A vida pode-lhe trazer surpresas. A vida pode trazer-lhe surpresas.    
Observações 
- Quando o verbo auxiliar de uma locução verbal estiver no futuro do presente ou no futuro do pretérito, o pronome pode vir em mesóclise em relação a ele: Ter-nos-ia aconselhado a partir. 
- Nas locuções verbais, jamais se usa pronome oblíquo átono depois do particípio. Não o haviam convidado. (correto); Não haviam convidado-o. (errado). 
- Há uma colocação pronominal, restrita a contextos literários, que deve ser conhecida: Há males que se não curam com remédios. Quando há duas partículas atraindo o pronome oblíquo átono, este pode vir entre elas. Poderíamos dizer também: Há males que não se curam com remédios. 
- Os pronomes oblíquos átonos combinam-se entre si em casos como estes: me + o/a = mo/ma te + o/a = to/ta lhe + o/a = lho/lha nos + o/a = no-lo/no-la vos + o/a = vo-lo/vo-la 
Tais combinações podem vir: - Proclítica: Eu não vo-lo disse? - Mesoclítica: Dir-vo-lo-ei já. - Enclítica: A correspondência, entregaram-lha há muito tempo. 
Segundo a norma culta, a regra é a ênclise, ou seja, o pronome após o verbo. Isso tem origem em Portugal, onde essa colocação é mais comum. No Brasil, o uso da próclise é mais frequente, por apresentar maior informalidade. Mas, como devemos abordar os aspectos formais da língua, a regra será ênclise, usando próclise em situações excepcionais, que são: - Palavras invariáveis (advérbios, alguns pronomes, conjunção) atraem o pronome. Por “palavras invariáveis”, entendemos os advérbios, as conjunções, alguns pronomes que não se flexionam, como o pronome relativo que, os pronomes indefinidos quanto/como, os pronomes demonstrativos isso, aquilo, isto. Exemplos: “Ele não se encontrou com a namorada.” – próclise obrigatória por força do advérbio de negação. “Quando se encontra com a namorada, ele fica muito feliz.” – próclise obrigatória por força da conjunção; - Orações exclamativas (“Vou te matar!”) ou que expressam desejo, chamadas de optativas (“Que Deus o abençoe!”) – próclise obrigatória.  - Orações subordinadas – (“... e é por isso que nele se acentua o pensador político” – uma oração subordinada causal, como a da questão, exige a próclise.). 

Emprego Proibido: - Iniciar período com pronome (a forma correta é: Dá-me um copo d’água; Permita-me fazer uma observação.); - Após verbo no particípio, no futuro do presente e no futuro do pretérito. Com essas formas verbais, usa-se a próclise (desde que não caia na proibição acima), modifica-se a estrutura (troca o “me” por “a mim”) ou, no caso dos futuros, emprega-se o pronome em mesóclise. Exemplos: “Concedida a mim a licença, pude começar a trabalhar.” (Não poderia ser “concedida-me” – após particípio é proibido - nem “me concedida” – iniciar período com pronome é proibido). “Recolher-me-ei à minha insignificância” (Não poderia ser “recolherei-me” nem “Me recolherei”).