domingo, 29 de setembro de 2013

LITERATURA BRASILEIRA -ROMANTISMO



ROMANTISMO
PRIMEIRA GERAÇÃO
___________________________________________
João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
( 1799 – 1854 )
               Foi o iniciador do Romantismo e responsável pela evolução do teatro português. Nascido de família enriquecida no Brasil, foi educado para padre, mas acabou formando-se em Direito na faculdade de Coimbra. Ainda estudante dedicou-se também ao teatro de inspiração democrática e de estilo neoclássico. Depois de formado, exerceu funções burocráticas em Lisboa. Suas primeiras poesias apresentam características árcades, como em Camões. A estrutura romântica só será encontrada em Flores sem Fruto e Folhas Caídas, uma obra mais voltada para o amor, refletindo as experiências pessoais, dores e angústias de seu relacionamento com a Viscondessa da Luz. Retrato de Vênus e Dona Branca também são importantes do artista Garret destaca-se também no teatro com Um Auto de Gil Vicente e Frei Luís de Sousa.  

               “Resumo
               Análise da poesia de Folhas caídas, em que temos um discurso confessional, misto de sinceridade e fingimento, exibicionismo e horror de si mesmo, euforia erótica e desengano, além de representações diversas da expressão amorosa nas quais o eu poético ora expressa residualmente a mentalidade das cantigas trovadorescas, ora a do tempo em que a obra foi escrita.
               A expressão do amor nos versos de Folhas caídas é, por vezes, a do eu poético masculino solitário; noutras, a da mulher, mesmo quando evocada pela voz do homem.
               O presente ensaio procurará demonstrar que os poemas reunidos no livro de Almeida Garrett denotam a frustração de uma história de amor cujo início envolve ilusão, sonho, vida e desejo daquele que ainda estava por experimentar o prazer sem imaginar que deparar-se-ia com a dor.
               Aludirá também ao caráter de circularidade havido nesse livro, principalmente no tocante a três aspectos: a ordenação dos poemas; a imagem do réptil como símbolo do amor--maldição e, por fim, a imagem da estrela ligada ao destino do eu poético.

Palavras-chave: Poesia, Romantismo, Residualidade

               Considerado o introdutor do Romantismo em Portugal, Almeida Garrett foi concomitantemente escritor, homem de ação e adepto do dandismo. Por razões políticas cumpriu exílio na Inglaterra, onde veio a conhecer a literatura de Walter Scott e Lord Byron, vultos notórios do Romantismo inglês, além de travar contato profundo com a obra de William Shakespeare. O poema Camões, de Garrett, que reúne um misto de elementos clássicos e românticos, é considerado marco inicial do Romantismo português, daí ser seu autor reputado o introdutor do movimento em sua pátria. As notas românticas principais presentes no poema Camões são o culto à saudade, o sabor amargo do exílio, a melancolia, a solidão, as ruínas, entre outras.
               Apesar de muitos autores considerarem inaugurado o Romantismo em Portugal com Almeida Garrett, António José Saraiva e Óscar Lopes (SARAIVA, 1985) preferem convencionar o início deste em 1836, ano da publicação de A voz do Profeta, de Alexandre Herculano, mesmo ano do aparecimento das primeiras traduções de Walter Scott, e ainda da edição d’Os Ciúmes do Bardo e d’A Noite do Castelo, de António Feliciano de Castilho. Ambos destacam ainda 1837, quando vem a público a primeira revista romântica portuguesa intitulada O Panorama.
               O Romantismo luso conheceu três momentos, sendo o primeiro aquele em que as idéias do movimento ainda estavam comprometidas com o credo estético do Arcadismo. Só após 1834, quando o clima de legalidade se instaura em Portugal, Garrett e Herculano se empenham na renovação da Literatura Portuguesa. Antes disso, tiveram que exilar-se no exterior, e ao retornarem colocaram em primeiro lugar a reconstrução da cultura portuguesa, deixando em plano secundário as novas ideias estéticas. Almeida Garrett faz parte desse primeiro momento do Romantismo e sua obra também apresenta três fases. A primeira, que é anterior à iniciação romântica; a segunda, na qual se compromete com a nova estética; e a terceira, na qual dá-se a maturidade artística do autor, o auge de sua carreira literária e sua afirmação no cânone romântico.
               É nessa última fase que Almeida Garrett publica Folhas Caídas (GARRETT, 1991), obra outonal de sua vida e sobre a qual poremos os olhos em análise mais detida. Com isso não estamos dizendo que noutros passos de sua obra não encontremos vibração lírica digna de nota. Esta pode ser encontrada em Flores sem Fruto (GARRETT, 1984), mas é em Folhas Caídas que o poeta consegue dar o máximo de si, livro que o distingue de seus pares românticos, alçando-o ao primeiro plano da lírica da corrente a que se liga e da Literatura Portuguesa.
               No livro Folhas Caídas temos uma poesia confessional em que se misturam sinceridade e fingimento, exibicionismo e horror de si mesmo, euforia erótica e desengano. A recorrência constante aos termos “rosa” e “luz” revela que os poemas giram em torno da tardia e envolvente paixão do autor pela Viscondessa da Luz, Rosa de Montúfar. A obra vale como documento humano, tanto pela sinceridade nela contida quanto pela perfeição estética obtida em certos versos cheios de leveza. A poesia enfeixada no volume, cujo título já contém uma sugestão outonal, se constitui num exemplo bem acabado das diretrizes românticas da lírico-amorosa. Seria o que Camões considerou livro de “experiências feito”, aquele que empresta à poesia função de instrumento de conquista e corte, propriedades características da vassalagem feudal, forma de que se revestia o amor na lírica dos trovadores provençais e que se deduz estar presente no poema “Preito”, no qual encontramos resíduos2 remanescentes do serviço amoroso cortês. Basta cotejar o léxico desse poema para verificarmos ser de extração medieval, porque, preito, Senhora, reinar, vassalo, homenagem, juro e firmo, por exemplo, induzem a cosmo visão cortês muito bem assimilada pela lírica trovadoresca; por sua vez Garrett encampa nesse poema a mesura, a sujeição e a postura cortês típicas daqueles trovadores em relação à mulher amada.
               De acordo com António José Saraiva, “as formas, a expressão e a consciência do amor variam no tempo e no espaço” (SARAIVA, 1972: 146). Folhas Caídas é um flagrante exemplo dessa variação residual, desde que nos poemas ali reunidos o eu poético ora assume uma mentalidade voltada para a tradição, ora para o tempo em que a obra foi escrita. Daí que a expressão do amor em Folhas Caídas por vezes apresenta um “caráter unilateral (visto só do lado masculino) e, digamos solitário” (SARAIVA, 1972: 47), como é o caso do poema há pouco citado, de feição trovadoresca. Outras vezes, essa expressão amorosa é compartilhada, a mulher se faz presente e sua voz é ouvida, mesmo quando evocada pelo eu poético masculino. Esta segunda manifestação, característica do amor romântico, é também encontrada em Folhas Caídas.
               Os poemas reunidos no volume assim intitulado denotam a frustração de uma história de amor que começa envolvendo ilusão, sonho, vida e desejo daquele que ainda estava por experimentar o prazer e não sabia que iria deparar-se com a dor:

Quando eu sonhava, era assim
Que nos meus sonhos a via;
(...)
Essa imagem fugidia
Que nunca pude alcançar.
(...)
Um raio de estrela incerto
No imenso firmamento,
Uma quimera, um vão sonho,
Eu sonhava - mas vivia:
Prazer não sabia o que era,
Mas dor, não na conhecia ...
.............................................
 (“Quando eu sonhava”)

No passo seguinte o poeta é seduzido por aquela que representa maniqueisticamente a imagem da mulher-anjo e também a da mulher-demônio, que o faz viver um amor antitético votado a um só tempo à vida e à morte, à salvação e à perdição. O destino do poeta está ligado à estrela, que, sendo no início “quimera” e talvez signo de alerta, pois era apenas “raio incerto”, aparece depois relacionada à treva, “coberta de espesso véu”, e acaba por se tornar
“aziaga”, de mau agouro, levando o poeta a um “negro fado”. Vejamos os versos que dão continuidade a esse roteiro amoroso:

Era a noite da loucura
Da sedução, do prazer,
Que em sua mantilha escura
Costuma tanta ventura,
Tantas glórias esconder.
(...)
E fui e a noite era bela,
Mas não vi a minha estrela
Que eu sempre via no céu:
Cobriu-a de espesso véu
Alguma nuvem a ela,
Ou era que já vendado
Me levava o negro fado
Onde a vida me perdeu?
(“Aquela noite!”)

ervindo-se do tradicional começo das narrativas lendárias, o autor prepara ambiente propício à sedução, aos excessos e à mundaneidade. E nesse clima composto de mistério e suspense surge a mulher airosa, angelical e envolvente, destacando-se das demais que ali estavam mas não despertavam desejo no poeta:

Quantas mulheres tão belas
Ébrias de amor e desejos,
Quantas vi saltar-lhe os beijos
Da boca ardente e lasciva!
E eu, que ia chegar-me a elas...
(...)
Quantas o seio anelante,
Nu, ardente e palpitante
Andavam como entregando
À cobiça mal desperta,
Gasta já e desdenhosa,
Dos que as estavam mirando
Com vaga luneta incerta
Que diz: - Aquela é formosa,
Não se me dava de a ter.
(...)
Quem é esta que mais voltas
Gira, gira sem cessar?
Como as roupas leves, soltas,
Aéreas leva a ondular
Em torno à forma graciosa,
Tão flexível, tão airosa,
Tão fina! - agora parou,
E tranqüila se assentou.
(...)
Vive Deus! que é ela... aquela,
A que eu vi na tal janela,
E que triste me sorria
Quando passando me via
Tão pasmado a olhar para ela.
(...)
“Pois isto sim que é mulher”,
Disse eu - “e aqui há que ver.”
Já vinha a pálida aurora
Anunciando a manhã fria,
E eu falava e eu ouvia
O que até aquela hora
Nunca disse, nunca ouvi ...
Toda a memória perdi
Das palavras proferidas...
Não eram destas sabidas,
Nem quais eram não no sei ...
Sei que a vida era outra em mim,
Que era outro ser o meu ser,
Que uma alma nova me achei
Que eu bem sabia não ter.
E daí? - Daí, a história
Não deixou outra memória
Dessa noite de loucura,
De sedução, de prazer...
Que os segredos da ventura
Não são para se dizer.
( “Aquela noite!”)
               A partir daquele momento o eu poético aparenta encontrar-se em estado passional muito rofundo e confuso, a ponto de não perceber que dali em diante aquela história poderia seguir dois caminhos, ambos venturosos. Atente-se para a dupla significação do termo ventura, que, segundo os bons dicionários, tanto quer dizer boa sorte, felicidade,
quanto perigo, risco.
               Contraditória desde o início, a aventura amorosa em Folhas Caídas decorre até ao fim, desse modo unindo prazer e dor.
               O poeta vive sua paixão de modo intenso porém conflituoso, desde que na procura de um amor ideal, sublimizado, acaba por envolver-se com um anjo que “ninguém mais na terra” via, pois era um “anjo sem luz” que o arrastava para a destruição tirando-lhe a capacidade de amar, como talvez desejasse, com a alma e não com o corpo, sendo este somente o sentimento que despertava nele aquela paixão fatal:

Eu que já não posso amar!
Quem no havia de salvar?
Eu, que numa sepultura
Me fora vivo enterrar?
Loucura! ai, cega loucura!
(“O anjo caído”)”

Estudo realizado pelo site: http://www.revistadeletras.ufc.br/

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ecologia: Polêmica sobre a Usina Hidrelétrica de Belo Monte





       Educação é se informar sobre o destino do Brasil, sua estrutura religiosa, social, político, econômica e seu eco-sistema. Então vamos aprender e lutar pela nossa vida e de nossos filhos.



      O projeto de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte  surgiu há mais de trinta anos, ainda no período de ditadura militar. O projeto foi engavetado em 1989, sob pressões de grupos indígenas liderados pelo cacique Raoni e ocantor Sting, ex-vocalista da banda “The Police”.
A hidrelétrica de Belo Monte possuirá uma capacidade  para abastecer mais de 26 milhões de habitantes. A construção da hidrelétricaocupará as regiões dos municípios paraenses de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitório do Xingu.
      O lago gerado pela usina terá 516 km² de área, inundando 51.600 hectares de floresta, deixará submerso parte do Xingu (Volta Grande) e um terço de Altamira. A instalação da usina desalojará mais de 20 mil pessoas, mas gerará cerca de 80.000 postos de trabalho na sua construção.
       Estima-se que a hidrelétrica de Belo Monte produzirá 11.233 MW de energia em épocas de cheias, que compreendem a quatro meses ao ano, e 4.000 MW nas épocas de baixa.
Segundo a professora Sônia Barbosa Magalhães, da Universidade Federal do Pará, em análise crítica ao Estudo de Impacto Ambiental (EIMA-RIMA) de Belo Monte, a obra gerará sérias consequências:
  • Inundação constante dos igarapés de Altamira, no lugar da inundação sazonal;
  • Redução da vazão da água e bloqueio do transporte fluvial até o Rio Bacajá;
  • Remanejamento de famílias locais;
  • Alteração do regime do rio relacionado aos meios bióticos e socioeconômicos;
       Segundo a ONG WWF , a construção da hidrelétrica de Belo Monte poderia ser substituída pela repotencialização das usinas já existentes no país, pela redução do desperdício no sistema de distribuição elétrica, além de investimentos em fontes limpas de energia.
O leilão da construção da usina gerou protestos de grupos indígenas, do Movimento Nacional dos Atingidos por Barragens, com a participação do diretor do filme Avatar, o cineasta canadense James Cameron.
       A barragem principal da Usina de Belo Monte será construída no Rio Xingu, a 40 km da cidade de Altamira. O projeto prevê a construção de duas casas de força, a principal será instalada no Sítio Belo Monte e a secundária junto ao Reservatório do Xingu.
       Entre os defensores da obra está a chefia da Empresa de Pesquisa Energética. Segundo a empresa, a Usina de Belo Monte gerará um investimento 19 vezes maior do que o orçamento atual do estado do Pará. A EPE defende a proposta das obras que, segundo estudos, atingirá um terço da área original a ser alagada.
Fontes:
Jornal do Brasil, 29 de abril de 2010.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Usina_Hidrelétrica_de_Belo_Monte




Pudico amor prazeroso




Amor é fúria e calmaria no mar que navega a alma,
Ventania que expulsa para longe as dúvidas na mente
E deixa a pessoa amada com felicidade abundante.
Faz àquele que ama do prazer da realização à chama.

Puro é o amor no seu paladar aprovado no olhar,
Sai-lhe a alma como pena solta ao vento acalma a dor.
Então beija a amada em beijo molhado, batismo do amor

É a consumação da vida e lençóis puros para consagrá-lo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

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Reflexão: O mergulho da alma




               Nada pode livrar um homem quando escolhe a utopia; esta pode está na forma de uma doce mentira. Sempre acredita que o que seus planos são retos, puros e de grande  resultados.
               A verdade é que na velha teoria: Os fins justificam os meios. Entretanto, um grande homem: Apóstolo Paulo, que viveu no primeiro século dC, chegou a deixar um espaço para homens perversos: mercenários, mas dando importância ao caminho. Sendo desconsideradas as obras destes, porém tirou proveito das trilhas abertas forçadamente pelas ambições deles. Foi quando declarou: não importa como estão ensinando o evangelho, se por vanglória, se por torpe ganância, se por dissensão. O mais importante é anunciar o caminho.
               Os tais não foram convidados para divulgar o evangelho, um ato nobre. Fizeram por conta própria, porém com objetivos obscuros.
               Existem denúncias bíblicas naquela época contra homens que criaram doutrinas, aprisionaram centenas de pessoas na ideologia do legalismo e outras crenças absurdas.
               Não é novo o comportamento leviano do ser humano.
               A grande verdade é que já existia uma tese que fora aperfeiçoada com o Senhor Jesus Cristo e divulgada pelos seus Apóstolos, tal ensino é milenar e cheio de comprovações científicas, e, mesmo após várias pesquisas sobre a veracidade dos tópicos bíblicos que apontam para a tese comportamental do evangelho do Senhor Jesus Cristo, não fora encontrado nada que a refutasse.
               O homem trabalha em hipóteses, fábulas, lendas e cálculos sobre as  probabilidades de não ser verdade as ordenanças do Senhor Jesus Cristo.
               O que leva tantos homens cultos buscarem ardentemente desmentir a Bíblia e até arrumar uma história de que Jesus Cristo teve uma mulher e filhos? Pior. Com base em nada. Chegando a escrever um livro, o qual ficou entres os mais lidos no mundo, e deste promovem um filme chamado “O Código Da Vinci”, para reforçar a ideia veja a transcrição:
“O Código Da Vinci (título original: The Da Vinci Code) é um thriller norte-americanode 2006, dirigido por Ron Howard. O guião foi escrito por Akiva Goldsman baseado no bestseller de Dan Brown, The Da Vinci Code. Foi produzido por Howard juntamente com John Calley e Brian Grazer e lançado pela Columbia Pictures nos E.U.A. a 19 de Maio de 2006.
Os direitos cinematográficos do filme foram comprados por US$ 6 milhões. A filmagem estava programada para começar em maio de 2005 com o lançamento em meados de 2006; no entanto, alguns atrasos fizeram com que a filmagem começasse em 30 de junho de 2005.
O Museu do Louvre permitiu a utilização de suas locações para a filmagem, enquanto a Abadia de Westminster negou o uso de suas instalações. No entanto, a Lincoln Cathedral concordou em atuar como substituta da Abadia de Westminster e relata-se que recebeu £ 100 000 em troca do direito de filmar lá. As filmagens na Lincoln Cathedral aconteceram em agosto de 2005. Certas cenas foram filmadas na Temple Church em Londres.” wikipedia.org/wiki/O_Código_Da_Vinci_(filme)
               A história criada não tem fundamento, trata-se de uma ficção com a intenção de ser absorvido como verossímil. E qual a resposta para este comportamento de tantas almas sedentas pela resposta certa sobre o caminho verdadeiro.
                Quem pode afirmar se ao morrer acaba tudo, e isso com provas irrefutáveis. Para onde irá a alma do ser humano? E o espírito? Existe? Se existe irá para qual lugar? Crer ou não crer na Bíblia? Se não crer, em que deve crer?
               A alma não consegue voltar do fundo do mar das dúvidas, e se voltar o tubo de gás utópico será na sua vida, certamente, incapaz de dar algum sentido a esta,  e tudo quanto fizeres será reflexo de uma depressão.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

LITERATURA BRASILEIRA – ROMANTISMO



               Movimento artístico que teve seu início em meados do século XVIII, estendendo-se até metade do século XIX. O tema central desta estética foi a “liberdade do indivíduo em relação ao poder dominante da aristocracia”. Com isto, externa-se a emoção e o sentimentalismo. Os românticos buscam uma arte individualista, em que o “eu” torna-se o centro de tudo.
               O nacionalismo, o sentimentalismo, o subjetivismo e o irracionalismo são características marcantes no Romantismo inicial.
               O Romantismo busca explicar o nacionalismo e a valorização do passado, voltando-se ao amor medieval, que passa a ser o tema de grandes romances e poemas.
               Em Portugal, Almeida Garret inaugurou o movimento com o poema Camões, em 1825. Os primeiros anos do Romantismo em Portugal coincidem com as lutas civis entre liberais e conservadores, acirradas por uma guerra que durou dois anos.
               Segundo Alfredo Bosi, em História Concisa da Literatura Brasileira, “o Romantismo expressa o sentimento dos  descontentes com as novas estruturas:a nobreza que já caiu, e a pequena burguesia que ainda não subiu: de onde as atitudes saudosistas ou reivindicatórias que pontuam todo o movimento”.

Principais Características
  • ·      volta ao passado para fugir dos conflitos do mundo atual;
  • ·       o romântico opõe-se ao modelo clássico;
  • ·       opõe-se à arte de caráter erudito e nobre,  tornando-se uma arte de caráter popular, que valoriza o nacional;
  • ·        o indivíduo passa a ser o centro das atenções, carregado de imaginação e sentimentos;
  • ·        os românticos cultivavam o nacionalismo, que se manifestava na exaltação da natureza pátria, no retorno ao passado histórico e na criação do herói nacional (óbelo e valente cavaleiro medieval);
  • ·        cultuam-se os ideais da Idade Média;
  • ·        promove uma volta ao catolicismo medieval;
  • ·        supervalorização das emoções pessoais – subjetivismo;
  • ·        excessiva valorização do eu, gerando o egocentrismo;
  • ·        o sentimento passa a predominar sobre a razão;
  • ·        a natureza passa a ser o tema poético para o romântico;
  • ·        a criação é um ato de liberdade;
  • ·        fuga à realidade para um mundo imaginário, criado a partir de sonhos e emoções;
  • ·        busca-se um mundo perfeito e ideal;
  • ·        valorização da linguagem popular;
  • ·        os versos são livres, sem métrica e sem estrofação; há a existência, também, de versos brancos (sem rima).


O Romantismo português é dividido em três gerações:

Primeira geração – permanecem alguns valores neoclássicos.

Segunda geração – é o chamado ultrarromantismo, onde as características românticas são levadas ao exagero.


Terceira geração – é a transição para o Realismo. 

A magia da natureza




O sol brilha no resplendor
De sua glória, beleza e calor
Em um símbolo da natureza,
Latente no corpo arde, a impureza.

A luta do sol contra as nuvens,
A sombra imponente nas viagens,
Em combati de uma grande campanha.

Artimanhas que nascem bem dentro...
De um corpo ávido por envolvimento.
Envolvimento calorento, saliente, “calente”.
Amante tentado pelo sol quer ser indecente.

O sol é a força da vida com seu poder erótico,
Que alucina os animais, que faz o amor exótico.
Mas, em um sistema enlouquecedor com prazer e dor.
Prazer com gemido, com risos, com gritos de amor.

A paixão vira amor, isso é algo mágico.
No calor do ódio está o esplêndido, o magnífico.
A flor se abre e recebe o amor do beija-flor
Sua semente veio de longe na leveza do amor.


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Nunca mais...





A dor de esquecer o sabor
Prazer, paixão e o amor.
Sexo, calor e o inexplicável.
Lençol arrumado é inconsolável.

Invadir com ternura e ardor,
Bruto e animalesco esse amor.
Sem escrúpulos, gruda firmemente.
Adentro nela pela alma, possuo a mente.

Amor com suor e lágrima e rica dor
Benefícios da briga de paixão e ardor.
Chora rica mina amada de alegria e prazer,

Abraça-me forte para nunca mais lhe esquecer.