sexta-feira, 26 de abril de 2013

ATIVIDADE DE FIXAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA



EMPREGO DE LETRAS L (MAL/MAU)
1.       Use MAL ou MAU, conforme o caso.

a)      Caiu de ________________ jeito.
b)      Antes só do que ___________acompanhado.
c)       Vestido _______________ feito.
d)      Não leve a ____________ o que estou dizendo.
e)      Este prédio foi ____________ construído.
f)       Não há _____________ que sempre dure, nem bem que nunca acabe.
g)      Que moço ___________ educado!
h)      Tenha paciência, pois nem sempre o tempo será ______________.
i)        Não lhes dê ___________ conselho.

2.       Continue usando MAL ou MAU, conforme o caso.
a)      Um _______ colega procede ________ e é ____________________ amigo.
b)      ________ saiu de casa, a tempestade começou.
c)       O caso está __________ contado.
d)      Todos se retiraram, ___________começou o filme.
e)      Ele sempre foi __________ pagador.
f)       Proceder assim é coisa de __________ amigo.
g)      Não admito que falem ______________ de meus amigos.
h)      Ele ____________ sabe o que o espera.
i)        De quem sempre foi ____________, espera-se todo ______________.
j)        Pratique o bem evite o ______________.


Respostas dos itens 1 e 2
1.      a) mau
b)mal
      c) mal
     d) mal
     e)mal
      f)mal
     g)mal
     h) mau
      i)mau

2.  a) mau/mal/mau
     b) Mal
     c) mal
     d) mal
     e) mau
      f) mau
      g) mal
      h) mal
       i) mau/mal
       j) mal


quinta-feira, 25 de abril de 2013

francês protesta lei casamento gay


Presidente francês pede calma após protestos contra o casamento gay

A lei dividiu os franceses e permite ainda que casais do mesmo sexo adotem crianças. Uma manifestação pacífica foi interrompida por um grupo que atacou jornalistas e policiais.
As pesquisas mostram que a maioria da população apóia a chamada lei do casamento para todos. Mas a intensidade dos protestos dos que são contra vem surpreendendo.

É impossível não verem que a sociedade tem como maioria famílias que querem manter o princípio Bíblico, homem e mulher. Bem como a preocupação com as crianças nas mãos de pessoas desorientadas em suas almas e o risco da homofobia acabar se descriminalizando.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Prova de Língua Portuguesa (Figuras de linguagem)



Escola
Prova de Português                                                           
Profº Jair de Oliveira Filho
Aluno: _______________________________________

1 - Complete:
__________é a atividade humana que, nas representações de mundo que constrói, revela aspectos
 (linguagem)...
históricos, sociais e culturais.

São exemplos de diferentes linguagens utilizadas pelo ser humano as _________, _______,______
                                                                                                                (linguaspinturas, a dança,)
os logotipos, os quadrinhos, os sistemas gestuais, entre outros.

A linguagem é um fato exclusivamente  _______  um método de comunicação _______ de idéias,
                                                      (humano, racional)
emoção e desejos por meio de  _________  produzidos de maneira deliberada.
(símbolos)
2- Leia os enunciados abaixo  e responda.
a)  As diferentes linguagens representam uma dada realidade por meio de signos isto é, de sinais que significam. Assim, dependendo dos sinais utilizados, quais as  formas de linguagem que  se pode mencionar?

R: ____________________________
(Verbal e não-verbal)

 b) Qual forma de linguagem que utiliza qualquer código que não seja a palavra?

R: ______________
 (Não-verbal)

c) cite (03) três sinais de linguagem que caracterizam a forma NÃO-VERBAL.

R:_____________________________
 (Música, dança e mímica)

d)  A forma de linguagem verbal utiliza a língua (oral ou escrita), sendo assim, o que esta forma apresenta por sinal?

R: ______________________________________
(a palavra ou os signos linguísticos)

3) Marque a alternativa correta

a) É o sistema de sinais ou símbolos preestabelecidos entre os interlocutores para comunicar suas idéias:
A (    ) Coloquial
B (    ) Música
C (    ) Código           ( x)
D (    ) Culto

b) É o sistema de representação socialmente construído, constituído por signos linguísticos.

A (   )  Língua                   ( x) 
B (   )  Gestos
C (   )  Coloquial
D (   )  Culto

c) É o nível de linguagem utilizado em ocasiões formais.

A (   ) Fala
B (   ) Música
C (   ) Linguagem culta      (x)
D (   ) Língua morta

d) É o nível utilizado na conversação diária, em situações informais, descontraídas

A (    )Linguagem coloquial ou popular              ( x ) 
B (    )  Linguagem especial
C (    )  Língua culta
D (    )  Linguagem morta

4) Identifique nas construções abaixo as respectivas figuras de linguagens:

a) “Onde queres prazer sou o que dói.” (Caetano Veloso)
R: ________________________________________( Antítese)

b) “Silêncio eloquente”
R:_________________________________________( oximoro ou paradoxo)

c) “Já te avisei mais de mil vezes.”
R: __________________________________________ (Hipérbole)

d) “Moça linda, bem tratada, três séculos de família, burra como uma porta: um amor!”(Mário de Andrade)
R:____________________________________________  ( ironia)

e) “Numa casa conversavam animadamente um lápis e uma caneta.”
R:_____________________________________________ ( prosopopeia)

f) “você faltou com a verdade.”
R: _____________________________________________ ( eufemismo)

g) “Amor é um fogo.”
R:_____________________________________________ ( metáfora)

h) “Um pequeno grão de areia,
      que era um pobre sonhador
      olhando o céu viu uma estrela. Imaginou coisa de amor.”
R:   _____________________________________________  (prosopopeia)

i) “Do riso se fez pranto.”
R: _________________________________________________  (antítese)

Língua Portuguesa - Dicas do uso da palavra "que"



Dicas de português

Usos da palavra “que”

Nesta semana, estudaremos todas as possibilidades de ocorrência da palavra “que”. Depois desta aula, não restará dúvida quanto à classificação desse complicado vocábulo que tantas dificuldades traz aos vestibulandos e estudantes em geral. Vamos à teoria. A palavra “que” pode ser o seguinte:

1. Substantivo:

Quando o “que” for substantivo, terá o sentido de
qualquer coisa ou alguma coisa, será modificado geralmente pelo artigo indefinido um e será sempre acentuado.

Ex. Esta menina tem um quê de mistério. = Esta menina tem alguma coisa de mistério.


2. Advérbio:

Quando o “que” for advérbio, intensificará adjetivos e advérbios e poderá ser substituído por
quão ou muito. Em geral, é usado em frases exclamativas.

Ex. Que linda é essa garota! = Quão linda é essa garota!

Que doido fui eu não aceitando aquela proposta! = Quão doido fui...

Que longe fica sua casa! = Quão longe fica sua casa.


3. Preposição:

Quando o “que” funcionar como preposição, equivalerá à preposição
de, sendo usado em locuções verbais que têm, como auxiliares, ter ou haver.

Ex. Tenho que trazer meus documentos até amanhã. = Tenho de trazer meus documentos até amanhã.


4. Interjeição:

Quando o “que” for interjeição, exprimirá emoção, estado de espírito e será sempre exclamativo e acentuado. Poderá ser substituído por outra interjeição.

Ex. Quê! Jusperino suicidou-se? =
Meu Deus! Jusperino suicidou-se?

Quê! Você por aqui também? =
Uai! Você por aqui também?


5. Partícula Expletiva ou de Realce:

Quando o “que” for partícula expletiva, será empregado para realçar ou enfatizar. Sua retirada não alterará o sentido da frase. Poderá também ser usado na locução expletiva é que.

Ex. Por pouco que a gente não brigou com ele. = Por pouco a gente não brigou com ele.

Nós é que trouxemos o material. = Nós trouxemos o material.

“Oh! Que saudades que tenho / Da aurora da minha vida / Da minha infância querida / Que os anos não trazem mais!” = Oh! Que saudades eu tenho...


6. Pronome

6.1. Pronome Interrogativo

Quando o “que” for pronome interrogativo, substituirá, nas frases interrogativas, o elemento sobre o qual se desejar resposta.

Ex. Que você disse? = Você disse algo.

Gostaria de saber que homem me procurou. = O homem procurou alguém.

* Nota: É inadequado o uso da palavra "o", antes do pronome interrogativo que, ou seja, a língua culta não admite perguntas como “O que você disse?”, apesar de ser expressão corrente em nosso país.

6.2. Pronome Indefinido

Quando o “que” for pronome indefinido, aparecerá antes de substantivos em frases geralmente exclamativas e poderá ser substituído por
quanto, quanta, quantos e quantas.

Ex. Que sujeira havia naquele quarto. = Quanta sujeira havia naquele quarto.

Que miséria há no Brasil! = Quanta miséria há no Brasil!

6.3. Pronome Adjetivo

Quando o “que” for pronome adjetivo, aparecerá antes de substantivo, apenas modificando-o. Não o confunda com o pronome indefinido.

Ex. Que mulher linda aquela! (Perceba que não há a possibilidade de substituí-lo por quanto, quanta, quantos ou quantas; ele apenas modifica o substantivo, a fim de tornar a frase exclamativa. Por isso mesmo, é também denominado de pronome exclamativo.)

6.4. Pronome Relativo

Quando o “que” for pronome relativo, aparecerá após o substantivo substituído por ele e poderá ser substituído por o
qual, a qual, os quais, as quais.

Ex. Achei muito bela a garota que você me apresentou. = Achei muito bela a garota a qual você me apresentou.

7. Conjunção

7.1. Conjunção Coordenativa

7.1.1. Conjunção Coordenativa Aditiva

Quando o “que” for conjunção coordenativa aditiva, iniciará oração coordenada sindética aditiva, aparecerá sempre entre duas formas verbais iguais e terá valor bastante próximo da conjunção e.

Ex. Falava que falava, mas não convencia ninguém.

Bebia que bebia, ignorando o risco que corria.

7.1.2. Conjunção Coordenativa Explicativa

Quando o “que” for conjunção coordenativa explicativa, iniciará oração coordenada sindética explicativa e poderá ser substituída por
pois ou porque, que também são conjunções coordenativas explicativas.

Ex. Venha até aqui, que preciso falar-lhe. = Venha até aqui, pois preciso falar-lhe.

7.1.3. Conjunção Coordenativa Adversativa

Quando o “que” for conjunção coordenativa adversativa, iniciará oração coordenada sindética adversativa, indicará oposição, ressalva e apresentará valor equivalente a
mas.

Ex. Outra pessoa, que não eu, deveria cumprir essa tarefa. = Outra pessoa, mas não eu...

7.2. Conjunção Subordinativa

7.2.1. Conjunção Subordinativa Integrante.

Quanto o “que” for conjunção subordinativa integrante, iniciará oração que exerce função de sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicativo do sujeito e aposto não iniciado por pronome relativo. A oração iniciada pela conjunção integrante será chamada de oração subordinada substantiva.

Ex. Acho que você está equivocado. (A oração “que você está equivocado” funciona como objeto direto do verbo achar, denominada oração subordinada substantiva objetiva direta)

Ela só pensa em uma coisa: que seu filho seja aprovado. (A oração “que seu filho seja aprovado” funciona como aposto, denominada oração subordinada substantiva apositiva)

7.2.2. Conjunção Subordinativa Consecutiva

Quando o “que” for conjunção subordinativa consecutiva, iniciará oração subordinada adverbial consecutiva e aparecerá, em geral, nas expressões
tão... que, tanto... que, tamanho... que e tal... que.

Ex. Ele gritou tanto que ficou rouco. = A conseqüência de ele ter gritado muito foi ter ficado rouco.

7.2.3. Conjunção subordinativa Comparativa

Quando o “que” fora conjunção subordinativa comparativa, iniciará oração subordinada adverbial comparativa e aparecerá nas expressões mais... que, menos... que.

Ex. Ele é mais inteligente que o irmão.

Autor da obra: DÍLSON CATARINO *especial para o Fovest Online 
Site publicado: Recanto das Letras

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Desabafo Raquel Sheherazade fala sobre a perseguição a Marco Feliciano


Marco Feliciano desabafa e pede ajuda à igreja_EMOCIONANTE!


Senador Magno Malta em defesa do Pr. Silas Malafaia 12-03-2013


Pr. Silas Malafaia na Câmara dos Deputados em defesa da família - Parte 1_2


2.4 LÍNGUA PORTUGUESA (Estrutura das palavras)



Estrutura das palavras

                Examinando estas duas séries de palavras:       
dente
dentes
dentinho
dentuça
desdentado
seco
seca
secante
secamente
ressecávamos

                verificamos que apresentam:
a)      uma parte constante em cada série: dent-(na primeira) e sec- (na segunda);
b)      uma parte que varia de palavra para palavra: -e, -s, -inho, -uça, des- e –ado (na primeira); -o, -a, -ante, -mente, -re, -va- e –mos (na segunda).

Radical
            As partes invariáveis dent- e sec- representam o radical de cada uma das séries enumeradas. O radical irmana as palavras da mesma família e lhes dá uma base comum de significação. É o termo tradicionalmente usado para designar o que antes denominamos morfema lexical.
                As outras resultam da ligação ao radical de certos elementos, que, como veremos, podem ser uma desinência, um afixo (sufixo ou prefixo) ou uma vogal temática. A essas unidades  mínimas  de significação foi dada acima a denominação conjunta de morfemas gramaticais.

Desinências
                As desinências são morfemas flexionais ou flexivos que servem para indicar:
a)      nos  nomes (substantivos e adjetivos) e em certos pronomes, o gênero (masculino ou feminino) e o número (singular ou plural);
b)      nos verbos, o número (singular ou plural) e a pessoa (1ª, 2ª, ou 3ª).
Assim, em dentes, moça e numa forma verbal como ressecávamos aparecem as seguintes desinências:          
 
-s,
para denotar o plural (em dentes)
-a,
para caracterizar o feminino (em moça);
-mos,
para expressar a 1ª pessoa do plural (em ressecávamos).

                Há, por conseguinte, em português, desinências nominais e desinências verbais.

Afixos
                Os morfemas gramaticais chamados morfemas derivacionais correspondem ao que tradicionalmente se conhece pelo nome de afixos.
                Aqueles que se antepõem ao radical denominam-se prefixos; os que a ele se pospõem, sufixos.
                Os prefixos modificam geralmente de maneira precisa o sentido do radical. Assim, em “desdentado” e “ressecávamos” aparecem os prefixos
des-,  que empresta ao primeiro verbo a ideia de separação, de privação;
re-, que ao segundo acrescenta o sentido de repetição de um fato.
                Os sufixos, como as desinências, unem-se à parte final do radical. Mas, enquanto estas caracterizam apenas o gênero, o número ou a pessoa da palavra, o sufixos podem ter dois valore distintos:
a)      um flexional, quando exprimem a categoria de tempo e modo, ou caracterizam uma forma nominal do verbo;
b)      outro derivacional, quando alteram substancialmente o sentido ou a classe do radical a que se juntam.

2.3 LÍNGUA PORTUGUESA (Classes de vocábulos)




Classe de vocábulos

1.       A diferença que acabamos de estabelecer (ver 2.2) entre palavras e vocábulos gramaticais implica uma primeira divisão dos vocábulos da língua em duas classes.
À classe das palavras pertencerão os substantivos, os adjetivos, os numerais, os advérbios de modo e os verbos.
Na classe dos vocábulos gramaticais se incluirão o artigo, os pronomes, as preposições, as conjunções e os demais advérbios.
2.       Se nos situarmos, porém, num plano puramente formal, dividiremos os vocábulos em variáveis e invariáveis.
No primeiro grupo estarão os substantivos, o artigo, os adjetivos, os verbos e alguns numerais e pronomes, que apresentam morfemas gramaticais flexionais, isto é, as unidades mínimas de significação que exprimem as categorias:
a)      de gênero e número (identificadoras de substantivos, adjetivos e certos numerais e pronomes);
b)      de tempo-modo e número-pessoa (identificadoras de verbo).
Na classe dos invariáveis estarão as preposições, as conjunções, uma parte dos numerais e dos pronomes e os advérbios, a que jamais se associam aqueles morfemas.
A interjeição, como vocábulo-frase, fica excluída de qualquer das classificações.

domingo, 14 de abril de 2013

Mulher o ponto de apoio





Vaguear sem sair do lugar
E falar sem ninguém escutar,
Anda o homem deste século;
Disperso ele está de si mesmo.

Estuda, ouve e nada aprende;
Sua vida é falar do que não entende,
Canta músicas de apenas duas notas
Com letras sem poesias e depravadas.

Que pena sinto da arte, triste e abandonada...
Na pintura esmera-se mais não é percebida,
Na Interpretação teatral cheia de talentos,
Mas não nascem projetos de investimentos.

Como é linda a arte de dançar!
Mas o que estou vendo é o adulterar.
Engana o homem com a alteração
Da dança poética em patética paixão.

Aonde chegará o homem na comunicação?
No jornalismo não apresenta exatidão.
Os escritores induzem ao término da família
E a mulher, a doce inspiração, desprestigia.

A mulher a conclusão de uma obra
Escolhida por Deus como obra perfeita.
A canção de Adão e o ornamento do mundo.
É a arte que tira o homem do absurdo.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Aula 20 - Morfologia - Estrutura e Formação das Palavras - Exercícios


A origem da lingua portuguesa.wmv


Colocação pronominal - Música


2.2 LÍNGUA PORTUGUESA (Vocábulos e palavras)






Vocábulos e palavras
1.      Ainda não se encontrou um critério para caracterizar de modo plenamente satisfatório a entidade vocábulo, vale dizer, uma definição que a abarque a um só tempo como unidade sonora, formal, funcional e significativa.
De um ponto de vista didático, podemos, no entanto, dizer que o vocábulo é a menor unidade significativa autônoma da frase, constituída por um ou mais morfemas, associados segundo uma ordem própria da língua. Entendemos por autonomia, no caso, a possibilidade que existe para essas unidades de mudarem de posição no enunciado ou de figurarem num dicionário. Por ordem própria da língua queremos dizer que os morfemas não se combinam de modo arbitrário para formar os vocábulos. Assim, em português, pôde-se formar o vocábulo. Assim, em português, pôde-se formar o vocábulo embarcação, mas çãobarcaem não seria possível.

2.      Servindo-nos de uma distinção terminológica que se tem mostrado útil, dividiremos os vocábulos em dois grupos:
1º) vocábulos dotados de morfema lexical, que serão palavras;
2º) vocábulos desprovidos de tais morfemas, ou seja, constituídos por morfemas gramaticais, que serão vocábulos ou instrumentos gramaticais.

No enunciado de onde partimos, são exemplos dos primeiros trabalho, constante e vence; e, dos segundos, o artigo o e o pronome tudo.

Nem todos os autores distinguem palavra de vocábulo gramatical. Até há bem pouco tempo reservava-se o termo palavra para designar o que acima conceituamos como vocábulo, enquanto o termo vocábulo era usado de preferência para significar o que hoje se denomina vocábulo fonológico, isto é, o vocábulo considerado em sua face sonora (significante).

Ministerio Publico pede bloqueio de bens de Lula

Ministerio Publico pede bloqueio de bens de Lula

Ministério Público pede bloqueio de bens de Lula

O Ministério Público Federal (MPF) de Brasília pediu à justiça o bloqueio dos bens do ex-presidente Lula da Silva, a quem acusa de improbidade administrativa por ter usado verba pública com claro intento de promoção

Por:Domingos Grilo Serrinha, Correspondente no Brasil


O bloqueio de bens tem como finalidade garantir a devolução aos cofres públicos de quatro milhões de euros que Lula, segundo o MPF, usou indevidamente.
A acção interposta pelo MPF refere-se ao gasto desses quatro milhões de euros com a impressão e o envio pelo correio de mais de dez milhões de cartas enviadas pela Segurança Social a reformados entre Outubro e Dezembro de 2004, segundo ano do primeiro mandato de Lula.
A missiva avisava os reformados que um convénio estabelecido entre a Segurança Social e o até então desconhecido Banco BMG lhes permitia a partir de então pedirem empréstimos a juros baixos e sem qualquer burocracia àquela instituição bancária, com o desconto das parcelas sendo feito directamente nas reformas.
 Até aí não haveria problema, não fossem dois detalhes, que chamaram a atenção dos promotores. O BMG, único banco privado a ser autorizado na altura a realizar esse tipo de empréstimo, conseguiu a autorização em menos de duas semanas, quando o normal seriam vários meses, e as cartas, simples correspondência informativa, eram assinadas por ninguém menos que o próprio presidente da República, algo nada comum para esse tipo de aviso.
Para o Ministério Público, não há dúvida de que Lula e o então ministro da Segurança Social, Amir Lando, que também assinou as cartas e é igualmente acusado na acção, usaram a correspondência para obterem promoção pessoal e lucro político e que a acção do presidente da República favoreceu a extrema rapidez com que o BMG conseguiu autorização para operar o negócio, desrespeitando as normas do mercado. A 13.ª Vara Federal, em Brasília, a quem a acção foi distribuída, ainda não se pronunciou sobre o pedido do MPF.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

2.1 LÍNGUA PORTUGUESA (Unidades mínimas de significação)





Unidades mínimas de significação

1.       São unidade mínimas de significação aquelas que não admitem subdivisão em unidades significativas menores. Assim, a unidade ou morfema trabalh-, que depreendemos da lição anterior (2), figura com a mesma significação em diversos vocábulos da língua:
trabalh
o
trabalh
a
dor
trabalh
ismo
trabalh
a
r
trabalh
eira
trabalh
os
o
Mas não podemos  subdividir trabalh- senão em sílabas (tra-balh) ou em fonemas       (t-r-a-b-a-l),  unidades sonoras despidas de significação.
2.       Se voltarmos a examinar os morfemas a que reduzimos os vocábulos de nossa frase-exemplo, notaremos entre eles diferenças de mais de uma ordem.
Em sua absoluta maioria são formas presas, isto é, formas que só aparecem ligadas  a outras para constituir vocábulos. Dois deles, no entanto, são formas não-presas ou livres, pois formam vocábulos por si sós: o artigo e o pronome tudo.
Concluímos daí que há morfemas que são formas presas e outros que são vocábulos.

3.       Os morfemas ainda se distinguem quanto à natureza da significação. Uns têm significação dita externa, porque referente ao homem e a tudo o que faz parte do mundo. Outros a têm interna, pois que o seu sentido está relacionado ao universo linguístico ou sistema, que é a língua.
Os primeiros, conhecidos como morfemas lexicais1, são, no plano da língua, representantes ou símbolos básicos de tudo o que os falantes distinguem na realidade subjetiva ou objetiva, como:
trabalh
o
constant
e
azul

cas
a
pens
a
men
to
am
a
r
menin
a
trist
ez
a

venc
e
r

Compreendem uma série aberta, infinitamente renovável e ampliável, já que podem ser criadas sempre que surjam fatos, coisas, ideias, ações, etc., que precisem ser designados linguisticamente.
Os morfemas de significação interna, também chamados morfemas gramaticais2, pertencem a uma série fechada, de número limitado na língua. Assim: o artigo o, o –e (de constante), o –e ( de vence) e o pronome tudo, em nossa frase–exemplo. Não significam nada parecido com as noções de trabalh(o), cas(a), menin(a), constant(e), pens(amento), trist(eza), azul, am(ar) e venc(er), mas são eles que permitem que símbolos dessa natureza tenham  suas noções básicas derivadas para outros símbolos, ou que sejam utilizadas em frases, simplificando grandemente o esforço humano no processo de comunicação pela palavra. Se a cada noção correspondesse um vocábulo específico, se tivéssemos, por exemplo, para cada pessoa, número, tempo e modo de uma ação um verbo diferente, a memória humana dificilmente poderia suportar a carga de informação.

1)                  Também chamados lexemas ou semantemas.
2)                Também conhecidos por gramemas ou formantes.