terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Primeiro Aluno Da Classe Filme

Educação
Podemos definir o conceito de educação integral a partir de um dito* que diz que “para educar uma criança, é preciso uma aldeia inteira.”
Para educar um indivíduo é preciso envolver e articular diversos outros indivíduos, tempos e espaços. Afinal, somos todos sujeitos completos, totais, com as mais diversas características, necessidades e possibilidades de aprendizagem ao longo da vida.
Compreende-se, então, que:
-     A educação é por definição integral à medida que deve atender a todas as dimensões do desenvolvimento humano e se dá como processo ao longo de toda a vida. Assim, educação integral não é uma modalidade de educação, mas sua própria definição;
-    Espaços, dinâmicas e sujeitos são objeto de aprendizagem e também seu fim, o sentido próprio para o qual converge a construção de qualquer conhecimento. Assim, mais do que um conjunto de espaços a cidade é compreendida como território educativo e o binômio escola-comunidade é sua síntese.
Nessa perspectiva, todos – escola, família, comunidade e a própria cidade –, são educadores e aprendizes de um mesmo e colaborativo processo de aprendizagem.

Além da definição acima temos muitas outras tantas visões: vertical e horizontal. Por isso são bem mais profundas, e dentro desta apresentação tentaremos fazer  com que a sociedade, e seus seguimentos, entendam a importância da educação. Hoje temos em evidência, entre outros comportamentos inadequados,  a luta contra a atitude homicida  denominada bullying, que é realizada como entretenimento de pessoas em várias faixas etárias, e mata a alma e depois o corpo, ou deixa a vítima com profundas sequelas para o resto da vida.
“Nota: Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullyingdireto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.”
Fonte: www.brasilescola.com / sociologia / bullying.htm

Para vermos como a educação é um exemplo de superação e força individual ou de um grupo vamos assistir o filma anexo.

 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Liberto para sempre

 
O que ser quando já se foi estabelecido?
Qual a vantagem desta liberdade?
Liberdade regulamentada  e outorgada.
Como será a liberdade sem ser influenciada?

Livre ou libertino?
Falar com sinceridade,
Tornar-se-ia indigno?
Comparado é ao que faz maldade.

Assim amam limitadamente
Divididos por classes e raças.
Ama-se a que pode ser publicadamente.
Liberto ama, sem classes, sem crenças.
Mostrar menos

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Só se explica o amor pelo amor







O amor não precisa do sexo.
O amor é completo e agrada também com o sexo.
O amor vive fora do corpo, mas o orquestra divinamente.
O amor é espírito, é alma e não um corpo.
Diz o amor para a beleza:
- não se faz prioritária uma farta mesa.
O amor nunca diz somente sim...
O amor é forte e diz não...
O amor faz tudo com excelente propósito.
O amor é unanime.
O amor chega junto, mas dá o seu ápice do prazer.
O amor é feliz quando sente o reflexo da felicidade.
O amor não conta tempo, vive fração por fração.
O amor não compara; é cego, não vê defeito.
O amor se cala e espera...
O amor luta para ver o amor crescer...
O amor faz regenerar o amor.
O amor é o único que sabe “sexologar”.
A briga no tatame do amor há sexoinflar.
O golpe certeiro do amor, para de prazer lágrima derramar.
O amor sofre, dói, espera, luta, acredita.
O amor não se irrita e por isso grita:
- sou longânimo, sou feliz e eternamente vencedor.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013


MARCAS DA MODA



Marca e Moda



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

PrideShack Home Page

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sábado, 16 de novembro de 2013

Atividades aplicadas ao 9º ano - Ensino Fundamental - (com respostas)





1- É correto afirmar que ao iniciar os estudos sobre dissertação
a) você aprendeu  que o início tem que ter dez linhas.
b) você aprendeu que a história não deve existir no texto.
c) você aprendeu que enunciador expõe reflexões – ideias, conceitos, opiniões (juízos – sobre determinado tema).
d) você aprendeu que o enunciador expõe raramente suas opiniões e não olha para o tema.

2- Qual o texto em que o enunciador defende suas ideias e opiniões?
Resposta: dissertação argumentativa

3- Qual o texto em que o enunciador apresenta ideias e opiniões?
Resposta: dissertação expositiva

4 – Qual o objetivo do enunciador no texto argumentativo?
Resposta: de persuadir  o leitor, de garantir a adesão dele.

5 – Qual o objetivo do enunciador no texto expositivo?
Resposta: de convencer o leitor ou de garantir sua adesão.

6 -  É certo afirmar que os textos científicos (monografias, dissertações acadêmicas, ensaios...) e os textos didáticos – como os que você encontrou no caderno (apostila) e em inúmeros livros escolares – também são exemplos:

a) textos de ficção policial.
b) textos expositivos.

7 – Como o tema polêmico é exposto pelo redator no texto expositivo?
Resposta: expõe as várias opiniões sobre ele sem tomar partido.

8 – Qual a definição de argumentos:
Resposta: são exemplos, fato, dados concretos (números) e raciocínios lógicos apresentados para provar uma Idea.

9 – Com base na sua resposta na questão anterior, como deve ser os argumentos quando justificam suas ideias ou opiniões?
Resposta: consistentes e coerentes.

10 – Defina persuasão:
Resposta:
 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
- Persuasão é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma ideia, uma atitude, ou realizar uma ação.
- É o emprego de argumentos, legítimos ou não, com o propósito de conseguir que outro(s) indivíduo(s) adote(m) certa(s) linha(s) de conduta, teoria(s) ou crença(s).
11 – Em quantas partes organiza a dissertação expositiva e quais são elas:
Resposta: Introdução, desenvolvimento e conclusão.

12 – Conduz o leitor “para dentro” do texto – expõe o tema, os motivos para escrever sobre ele e a ideia central do texto, esta é a definição de parte da estrutura da dissertação expositiva?
Resposta: introdução
13 – Em que linguagem é escrita a dissertação expositiva?
Resposta: clara e direta, sem envolvimento emocional do enunciador.
14 – Pelas razões de sua linguagem, em que pessoa do pronome pessoal do caso reto é sempre utilizado?
Resposta: 3ª pessoa.
15 – Apresenta explicações sobre a ideia central  do texto ou argumentos que a comprovem, esta é a definição de qual parte da estrutura da dissertação expositiva?
Resposta: desenvolvimento.

16 – Quando você deseja persuadir o leitor e levá-lo a assumir como suas as ideias e opiniões qual a dissertação que deve usar?
Resposta: argumentativa.

  
Professor: Jair de Oliveira Filho

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dr. Don Colbert

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sábado, 9 de novembro de 2013

ATIVIDADES: LINGUAGEM OBJETIVA E LINGUAGEM SUBJETIVA


TÉCNICA DE REDAÇÃO
Turmas  8ª A e B            Data:
Atividades sobre os assuntos:  linguagem objetiva e subjetiva (objetividade e subjetividade)

1. Cite qual a linguagem deve ser objetiva?
Resposta: linguagem jornalística

2. O que é linguagem objetiva e subjetiva?
Resposta:
Subjetivo - Um texto subjetivo expressa sempre a visão pessoal do autor sobre determinado assunto. Nesse caso, o autor poderá recorrer à linguagem figurada para expor suas ideias ou colocar o que ele pensa sob o ponto de vista dele. Usado em " poemas", ' provérbios', " crônicas ", " contos".
Objetivo - No texto objetivo, ao contrário, informações são oferecidas ao leitor com a finalidade de transmitir-lhe conhecimento. São os " textos jornalísticos", " científicos', ' técnicos."

3. O que é descrição objetiva e subjetiva? 

Descrição objetiva: Numa linguagem clara e simples, a descrição objetiva não transmite juízo de valor, nem descreve nada sobre sentimentos, somente as características físicas (tais como tamanho, lugar onde se encontra, se é muito frequentado ou não, entre outros aspectos.

Ex. A praia que visitamos era muito grande e a areia branquíssima. Havia pés de coqueiro e o calor era muito forte e bastantes pessoas tomavam banho.

Descrição subjetiva: vc vai descrever, no caso da praia, os sentimentos que a praia te passou.

Exemplo: - Nossa! Ao chegar à praia senti uma emoção muito grande ao ver aquela imensidão que caminhava para o infinito, tantas pessoas aproveitando e se divertindo... O sol... Ah! Ele brilhava como nunca, resolvemos todos aproveitar ao máximo aquele dia maravilhoso e enquanto a brisa acariciava meus cabelos, eu tomava um delicioso suco.

Se for a descrição de uma pessoa, vc vai descrever o que ela transmite pra vc. Parece generosa, honesta, triste ? Vc vai descrevendo os sentimentos que ela desperta.

 

4. Quanto a relação como pode ser identificada a forma que o sujeito vê o mundo diante de si?
Resposta: Relação objetiva.
5. O que acontece ao sujeito em uma relação subjetiva?
Resposta: O sujeito sente o mundo, interpreta-o.

6. È aquela com que o emissor procura referir-se ao mundo com distanciamento, sem se envolver emocionalmente com o objeto, diante desta afirmação como classificamos a linguagem?
Resposta: Objetiva.

7. Defina o que é linguagem subjetiva:
Resposta: supõe algum nível de envolvimento entre o sujeito que fala (emissor) e as coisas de que ele fala.

8. Marque com “o” a linguagem objetiva e com “s” a linguagem subjetiva apresentadas nas frases abaixo:

( o) Esta cadeira é de metal.
(s) Acho que esta cadeira é de metal.
(s) Eu gosto desta cadeira.
(s) Ao chegar à praia senti uma emoção muito grande ao ver aquela imensidão que caminhava para o infinito
(o ) A praia que visitamos era muito grande e a areia branquíssima. 

9. Explique quando uma frase pode ser considera visão parcial. Dê um exemplo:

Resposta:  PREFERÊNCIA INJUSTA (BANDO, PARTIDO). Quando um juiz é suspeito de ser parcial. Favorecer um lado, uma pessoa , ou uma empresa.


Ele foi punido por favorecer os clientes do escritório de advocacia Vilhena & Vilhena. Os conselheiros entenderam que a conduta do magistrado não era compatível com o exercício da magistratura, tendo em vista que ele não se declarou impedido nos julgamentos de causas envolvendo o escritório.
Imparcialidade é um termo praticado na imprensa e na justiça que se refere a não privilegiar ninguém e nenhuma parte.1 Por exemplo, se um juiz de futebol beneficia a equipe para o qual ele torce, ele está sendo parcial.2 3 4 5 O contrário da imparcialidade é a parcialidade.

10) Assim como a realidade, os textos também passam por nossos “filtros” internos, que os modificam. O que escrevemos sempre traz as marcas da cultura a que pertencemos, das ideias e opiniões que professamos, do momento e dos sentimentos que vivenciamos. Com base nestas informações podemos afirmar que:
Resposta:  não há texto neutro.

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Linguagem subjetiva    
Entende-se por subjetivo aquele texto que expressa a visão pessoal do autor a respeito de algum assunto. Os temas subjetivos estão presentes em muitos tipos de textos: podem estar expressos num poema, num pensamento, num provérbio, numa crônica, em contos e até em romance de ficção.

Linguagem objetiva
Os temas objetivos procuram oferecer informações precisas para o leitor, transmitindo-lhes conhecimento, fatos. São mensagens que se orientam para o referente, presentes principalmente em textos jornalísticos, científicos, técnicos, acadêmicos, etc.

              Após aprenderem sobre os tipos de linguagem, os alunos criaram um texto utilizando a linguagem subjetiva e outro a objetiva.

Recursos expressivos na descrição
Para a descrição de um ser ou de um objeto vazada em linguagem subjetiva se faz necessário o uso de alguns recursos expresivos: as figuras de linguagem. As mais usadas em descrições são: metáfora, comparação, prosopopeia, onomatopeia e a sinestesia. (Nos capítulos anteriores já estudamos todas essas figuras.) 
Veja alguns exemplos: 
Metáfora: 
Jerônimo era alto, espadaúdo, construção de touro, pescoço de Hércules, punho de quebrar um coco como um murro: era a força tranquila, o pulso de chumbo. O outro, franzino, um palmo mais baixo que o português, pernas e braços secos, agilidade de maracajá: era a força nervosa; era o arrebatamento que tudo desbarata no sobressalto do primeiro instante. Um sólido e resistente; o outro, ligeiro e destemido, mas ambos corajosos. 
(Aluísio Azevedo) 
Comparação 
O espelho das águas, liso e polido como um cristal, refletia a claridade das estrelas… 
(José de Alencar) 
Prosopopéia 
E até onde a vista alcança, num semicírculo imenso, há montes de água estrondando nesse cantochão, árvores tremendo, ilhas dependuradas, insanas, se toucando de arco-íris…
(Rubem Braga) 
Onomatopéia 
Até o ar é próprio; não vibram nele fonfons de outo, nem cornetas de bicicletas, nem campainhas de carroça, nem pregões de italianos, nem tenténs de sorveteiros, nem plás-plás de mascotes sírios. Só os velhos sons coloniais – o sino, o chilreio das andorinhas na torre da igreja, o rechino dos carros de boi, o cincerro de tropas raras, o taralhar das boitacas que em bando rumoroso cruzam e recruzam o céu.
(Monteiro Lobato) 
Sinestesia 
Olívia era atraente, tinha uns olhos quentes, uma boca vermelha de lábios cheios. 
(Clarice Lispector)
Quando você relata a alguém um passeio ou uma viagem inesquecível faz uma descrição de algo, que se classifica como um tipo textual; assim como o narrativo é aquele no qual expomos nossas ideias e opiniões – ambos já estudados anteriormente. 

Suponhamos que tenha visto aquele parque de diversões gigantesco...



 
Ou aquela praia que parecia mais o paraíso.


 

Ao descrevê-los, poderia relatar somente as características físicas (tais como tamanho, lugar onde se encontra, se é muito frequentado ou não, entre outros aspectos). Neste caso estaria fazendo uma descrição objetiva. Mas você sabe o porquê disso? 

Pense no caso de um repórter que apenas relata a notícia assim como realmente aconteceram os fatos, sem revelar nada sobre o que ele pensou ou sentiu em relação ao que presenciou. Desta forma, quando não emitimos nenhuma opinião, estamos sendo extremamente objetivos. 

Mas, e se você resolveu falar sobre algo semelhante a este discurso: 

- Nossa! Ao chegar à praia senti uma emoção muito grande ao ver aquela imensidão que caminhava para o infinito, tantas pessoas aproveitando e se divertindo... O sol... Ah! Ele brilhava como nunca, resolvemos todos aproveitar ao máximo aquele dia maravilhoso. 

Desta forma, ao se mostrar encantado (a) com o que viu, deixou registradas suas emoções e seus sentimentos, ou seja, você não se limitou apenas a descrever o lugar em si, mas também deixou claro o quanto se sentiu maravilhado (a) diante das aventuras relacionadas ao passeio. Quando isto acontece, fazemos uma descrição subjetiva, pois está diretamente ligada às nossas impressões pessoais.