quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Guerra Urbana


Perdidos no meio do caus.

O governo não quer ver o que fez
Ou faz com este país, assim tão feliz...
Não sei se foi droga ou coisas assim...
O tipo que faz a dor sumir e ou dormir...
O barulho é grande no meio das ruas
Ouço tiros e muitos gritos, por fim gemidos...
Alguém foi atingido mortalmente por um meliante; 
Será um bandido ou um policial valente?
Talvez um  policial cego por muitas leituras
Juntos pegaram a viatura e atiraram as escuras.
A leitura de um texto e suas interpretações
Dá-nos uma lição, foi o policial que entendeu punição.
Naquela viatura pelas ruas escuras ele fuma...
A fumaça tem um cheiro que embaça a ideia das raças,
Aquele" passa tempo" dar o poder e a postura.
Não há fraqueza, não tem indecisão e nem “vacilão”!
Assim a sociedade se mistura dentro da viatura.
A justiça tem dois lados o da lei e o legado
Deixado por uma elite governadora e milionária.
Aquela noite foi pior: ônibus queimados e inocentes mortos,
Todos queimados por estar protegidos por policiais.
O dia passa e as dores aumentam, é a guerra urbana amigo!
“Motos” passam atirando e jovens e mulheres morrendo...
Aquelas "balas" tinham nomes e direções em uma mesa de amigos.
Os criminosos cumpriram sua lista; mas qual o lado da justiça?
A luta é dura amigo! A sua cela tem que está preparada...
Sua pequena sala de luzes apagadas e uma TV ligada.
Vivi a história de um vizinho amigo, que quis um refrigerante,
Desceu as escadas ofegante e atemorizado chegou ao bar
E antes de abrir a boca para falar, os tiros fizeram tudo acabar.
É amigo, estamos em guerra aqui na cidade e em todo Estado.
As minhas esperanças estão nos meus livros que me falam de Deus
E se tem uma única coisa que sei é que o corpo da "bala" é freguês. 
Mas a minha ALMA volta para o dono dela, Deus que a TUDO fez.