quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Sua vida um produto do grande Projeto




Na história do homem nada há que se esperar
E foi esta a primeira arma: a inveja.
Como no início não parará até fazer-te abandonar
O Verbo, o projeto criado para a raça humana.

O inimigo dono da inveja deseja o mundo reger,
Este temível opositor deseja o Projeto ofuscar;
Ele não ama a ninguém e sim a sua glória e poder.
Da sua eterna vida acredita que tudo nele se encerra;

Ele orgulhoso acredita ser o início e o fim, o único.
As atenções estão presas na persuasão da sua palavra,
Mas O Verbo aparece com seu santo projeto
E agora se apresenta o Deus do equilíbrio

Trazendo solução para os órfãos e viúvas,
Justiça aos oprimidos pelo poder dos ricos;
Cura de enfermidades e aos sem teto  moradias.
Este projeto escrito em maravilhoso livro milenar,

A história de um povo perseguido, que não deveria existir,
Mas um milagre o manteve a palavra e levou-os ao seu lugar
Em uma terra sofrida e sem exército conseguiu resistir.
Uma guerra de seis dias, que foi vencida junto com os anjos

E assim confirmou a República de Israel, a promessa.
Nesse paralelo da história viram-se mais projetos
O opositor conseguiu o primeiro projeto retardar
E Israel ao Messias não quis acreditar e o crucificou,

Mas a promessa no projeto é a salvação do mundo.
Aos que não eram judeus o Messias o salvou
Conforme o projeto morreu numa cruz, triste e mudo.
O ativista do mal acreditou ser a sua vitória,

Mas no terceiro dia Ele, o Cristo, ressuscitou
Resgatando do inferno os inocentes para Sua glória
E o projeto feito antes de Abraão se completou.
A inveja mais velha que o universo perde a guerra

E os homens veem a glória de Deus em Jesus.
Entretanto tem uma arma do mal, que vive nas pessoas,
Plantada nos seus corações, existe até hoje este pus.
Entretanto, a ESPERANÇA, foi plantada com sangue,

A redenção da humanidade não foi escrita em folha seca.
Mas, na carne com sangue derramado para o mundo vê:
Quem realmente é Jesus Cristo para o homem e na história;
Ele está acima de toda criatura e detém com Ele toda glória.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O barulho do amor racional




Família básica e hereditária resistia
As tempestades das novidades
Que com força lhe propunha a “alegria”.
Uma inocente e doce liberdade.

O homem e sua mulher casados sim,
Para que fosse assim uma família.
Ainda era pouco para ser o fim
E com os filhos o lar agora nascia.

Do lado desses abençoados pelo clero,
Existia um casal sem o direito de família.
Tinha teto e belos filhos e dias festivos,
A felicidade habitava naquela casa.

Ela amava sem limites o seu marido
Não tinha regras de como se amar
Não tinha papel como regulamento,
Mas tinha neles muito sentimento.

O amor não obedece às regras sociais,
Nasce nos lugares cheios de espinhos.
As aflições são os adubos racionais,
Que o fortalece cheio de carinhos.

A vida sexual do casal é prazerosa
Tal como o néctar do mel silvestre.
Assim a orquestra toca garbosa
Ao som dos gemidos de almas alegres.

O contraste da verdade e da mentira
Está na felicidade que voa livre
A pousar onde não exista sujeira,
Para viver confortavelmente o prazer.

Outro casado feliz abençoado pelo clero,
Também não era "nada" convencional,
Que Fecha o seu ninho e uiva prazeroso;
Para ter o prazer animal com o amor racional.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

No brilho de uma lágrima




Os olhos fitos em um ponto distante,
Não  o bastante  para afastar a dor
Que corrói minha alma ofegante;
Cansada de esperar além do desamor.
Os homens falam de fé e de amor,
Mas existe nos seus olhos o vazio
Como eco em vale cheio de corpos mortos.
As alegrias que anunciam não tem essência.
A paz pronunciada não tem importância.
Na multidão os assuntos e os julgamentos
Do amor o sexo excluído e na fé o tormento.
Da vida a sujeira imposta pela ignorância
Sobre o amor indefinido, que deve ser sentido
Com a amada marcada pela doce inocência
De um casal adolescente  rumo ao desconhecido.
A hipocrisia da sociedade tira do amor o sentido,
Nas igrejas somente sorrisos  sem esperança;
Dessa triste mistura escuta o gemido da alma.
Não há vida na alma que covardemente se cala.
Compunge-se as entranhas diante de tanta dor
Ao cheiro da arrogância e barulho do desprezo,
Que chega à divisa da alma e do espírito angustiado.
As lagrimas não vêm e a dor  com a espada não sangra,
Onde estão as lágrimas da alma machucada?
Lágrimas que brilham dando a revelação da alma.
Lágrimas que brilham na escuridão do silêncio,
Que ao brotarem molham o rosto cheio de dor.
Lágrimas que brilham  na esperança da prece ouvida.
Lágrimas que preciso para tirar as mágoas vividas. 

domingo, 7 de outubro de 2012

1.1 LÍNGUA PORTUGUES ORTOGRAFIA (acentuação gráfica)



ACENTUAÇÃO GRÁFICA
PRÉ-REQUISITOS
a)      ´  =  acento agudo.
b)      ^ =  acento circunflexo.
c)       `  =  acento grave.
d)      SÍLABA é o fonema – ou o conjunto de fonemas – que se pronuncia num só esforço expiratório.
e)      SÍLABA TÔNICA é a que possui a maior intensidade do vocábulo. Exemplos:
re - da - ÇÃO  /  que - RI - da  /  GRÁ - fi - ca

f)       PALAVRA ÓXITONA (a sílaba tônica é a última). Exemplos:
Ca - Fé  / Pa - ra - NÁ  / di - re - TOR

g)      PARAVRA PARÓXITONA (a sílaba tônica penúltima). Exemplos:
FÁ - cil    /   e - pi - de - MI - a    /  fi - lan - TRO - pó

h)      PALAVRA PROPAROXÍTONA (a sílaba tônica é a antepenúltima). Exemplos:
PÉ - ro - la     /   Á - to - mo   /   TÔ - ni - ca

i)        DITONGO é o encontro de uma vogal com uma semivogal, ou vice-versa. (Numa mesma sílaba, não podem ficar, jamais, duas vogais juntas. Por  isso, sempre que houver numa mesma sílaba, APARENTEMENTE, duas vogais, pode estar certo de que há uma vogal e uma semivogal.) Exemplos de ditongos:
Gló - rIA       /     a - Le - mÃEs    /       lin - gUI - ça

j)        HIATO é o encontro de duas vogais (evidentemente, uma em cada sílaba). Exemplos de hiato:
rU - Í - do       /      Ma - rI - A         /        sA - Ú - de

k)      MONOSSÍLABO TÔNICO / MONOSSÍLABO ÁTONO
Os vocábulos monossílabos podem ser tônicos e átonos.
I – Será tônico aquele cuja intensidade se equipara a de uma sílaba tônica, pois é pronunciado fortemente: dó, sol, fé, voz.

II – Será átono aquele pronunciado tão fracamente que a sua intensidade se equipara a de uma sílaba átona. Os monossílabos átonos não têm  autonomia fonética, isto é, apoiam-se em outros vocábulos para serem pronunciados:
Dá-me um beijo    =    /Dáme ubeyjo?/
Não a vi                 =   /Nãw avi./


OXÍTONAS
É acentuado o oxítono terminado em:
·         A(s): cajá, Paraná, satanás.
·         E(s): café, jacaré, inglês.
·         O(s): cipó, trisavó, complôs.
·         EM: alguém, armazém.
·         ENS: reféns, parabéns.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Transformação do vil




Andando sozinho na escuridão
Buscava alegria, buscava a paz.
Tinha muitos amigos, porém a solidão
Num canto, em uma mesa de bar.
Ouvindo aquelas musicas a tocar
Todas melancólicas, tristes e só isso é que traz.
No auge da noite, dopado e sem parar de beber
Transforma-se em poeta e em um filosofo até;
A performance de um  Dançarino, centro da atenção.
Assim através do álcool busca tudo esquecer.
Aquela tristeza que corrói a alma, é isso que dói!
Uma paixão de uma mulher proibida
Um amor ou paixão antiga não era casada, nem amiga.
Uma lágrima que sai muito tímida, ela virou amiga.
Os anos passam, é agora o consagrado lobo do mar,
Mas as filosofias não param quer saber o porquê.
Crê em Deus, mais onde está Deus?
Os conceitos religiosos doem na alma.
Muitas perguntas muitas histórias.
Vários discursos, vários ensinos.
Mas a alma sedenta quer a verdadeira chama,
Da filosofia das cervejas e caipirinha o caminho
Partindo daqueles que já estiveram com o “Mestre”.
Mas por causa do falso profeta bebem sem esperança;
Aqueles homens “desviados” apresentaram a verdade!
Ao som de uma música melancólica choravam a lembrança:
Da pregação, do coral, do conjunto e das festas ao Salvador
E no barulho e na força dessa onda entende o instinto
Ser a sua fez de sair da lama e da falsa fama.
Percebe a lembrança das lindas mulheres e os prazeres.
Dos bailes e das bebidas com o fator da desinibição,
Agora acorda a filosofia cristã e a luz destrói a escuridão
Nasce a liberdade na luz da poesia e vai-se a solidão
Para que agora se tenha novas canções, um hino ao salvador.
A luz, a luz mencionada no início é Jesus o Deus Criador.