sábado, 1 de setembro de 2012

Pecadores sem o direito do perdão


      

        Os militares são os únicos pecadores que não tem perdão. A justiça brasileira induzida pelo poder Executivo e legislativo, criadores da lei de indenização moral aos políticos e simpatizantes quando exilados pelo governo militar, com base na onda Norte Americana dos direitos humanos,  determinaram que todos os desordeiros, desculpe, todos "pobres manifestantes" contra o governo militar fossem indenizados e se, caso, já estivessem mortos resultante do combate, desculpe, mortos por "uma bala perdida ou perversamente intencional"  a família fica recebendo. Mas a verdadeira história não diz que foi uma guerra civil? Onde homem e mulheres (estudantes?) armados combatiam contra o governo militar e atirando e sequestrando e até assaltando bancos para manter seus recursos armamentistas, para fincar sua ideologia no Brasil. Assim sendo, os militares mortos por cumprir seus deveres ficaram em que situação legal? E seus familiares? E aqueles que foram incluídos na lista negra - indução dos mentores para trabalharem com números estatísticos, quando na verdade não sabiam escrever e ler, assinando por decoreba da letra, ou através da digital? Agora a perseguição continua mais exacerbada com a Comandante Suprema das Forças Armadas e todos os militares são punidos,  porque  "ela" foi uma guerrilheira e participou da luta ideológica e armada contra o governo existente na geração dela, um período em que: nós éramos crianças brincando de bola de gude, ou ainda, como a grande maioria dos atuais militares, não tinham nascido. Pode um homem ser condenado à vida toda? Pensem todos os amantes da verdade e da justiça sobre a forma de tratamento dispensada aos militares pelos políticos que viveram ativamente os períodos de transições políticas da história de nossa Pátria.