quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Nacionalismo e incredulidade






Deixa dizer-te uma verdade:
Não há quem olhe para o pobre;
Não há quem viva em honestidade;
E não há quem denuncie o sistema podre.

Todos andam inchados e repetindo frases...
Não formuladas por ele, nem ao menos vivida...
A  humanidade evolui para o status dos cadáveres
E o brilho do sucesso das trevas está neles estabelecida.

Quem tem o atrevimento de opinar: ele é mentiroso?
Dizer para o sistema judiciário: a injustiça é a sentença?
Conseguir o espaço em horário nobre e falar do perigoso?
Não, não tem nacionalista, não há mentira na sua presença!

Quem acredita na urna eletrônica deve crer na inexistência,
O que seria ótimo se encarado como cristianismo, mas é eleição...
Em um país que tem como alicerce a herança da indecência.
Vieram de Portugal os melhores corruptos, de uma legal punição.

O cupim comeu os caras de pau, mas ficou o fantasma safado.
O martelo dos juízes bate ao som do pagode e todos dançam,
O político com pizza e bebidas e o povo o chorinho amargurado.
O que ser nesse país feito de sistemas onde todos se balançam?

Verdade é que não tem igualdade, mas tem muita maldade,
Para que todas as classes e raças mantenham a monarquia;
Formada por inúmeras famílias e que todos sejam majestades!
Os eternos vassalos somos nós eleitores, os mesmos bobos: agora ria!!!