quinta-feira, 10 de maio de 2012

Questão sexo e educação






Todas as pessoas, sem exceção, têm curiosidades sobre o relacionamento sexual. O problema é que a grande maioria não sabe onde encontrar respostas, mesmo diante de tantas informações trabalhadas por profissionais sérios, profundos em técnicas pedagógicas e preocupados com a saúde da população brasileira. Tal expectativa mexe extremamente com a mente doente, cheia de fantasia enrustida, sofrendo conflitos terríveis na formação psicológica e/ou psíquica e em todo o corpo. Tal acontecimento se retrata na vida de um religioso, pessoa de formação rígida, na maioria das vezes prisioneira de seu próprio EU, mesmo criada nos modelos bíblicos cujo ensino traz libertação da alma, vive o pavor da culpa do pecado cujo alvo é o sexo. Entretanto, na questão o que importa é saber sobre o assunto em pauta, o que significa a palavra sexo? O que é relacionamento sexual? O que é relacionamento? Onde começa a origem humana?
A sociedade no início dos tempos criou vários conceitos sobre o sexo:
A palavra “sexo” (do Latim secare: cortar, dividir) originalmente refere-se a nada mais do que a divisão da raça humana em dois grupos: fêmeas e machos. Todos os indivíduos pertencem a um destes dois grupos, i.e. A um dos dois sexos. Um indivíduo é ou fêmea ou macho. Contudo, numa inspeção mais detalhada, o assunto não é assim tão simples. Em alguns casos pode ser extremamente difícil determinar se um indivíduo em particular é do sexo ou masculino feminino.
Como podemos determinar se uma pessoa é do sexo feminino ou masculino?
Para uma determinação exata do sexo temos de distinguir entre pelo menos sete fatores, e cada um destes pode ter exceções atípicas:
1. Sexo cromossômico
2.Sexo gônada
3.Sexo hormonal
4.Órgãos sexuais internos
5.Órgãos sexuais externos
6.Sexo atribuído
7.Identificação sexual
Sexo - Aspectos básicos da sexualidade humana
Os 7 fatores determinantes da sexualidade individual - variações típicas e atípicas - são independentes uns dos outros. Portanto, numa base individual, existe um grande número de combinações possíveis. Assim, nos humanos, o “sexo” resulta de um fenômeno complexo com aspectos biológicos, fisiológicos, e sociais. Ainda assim, e para começar, é possível distinguir entre três aspectos básicos:
- Sexo,
- Gênero, e
- Sexo - Aspectos básicos da sexualidade humana.
Variedade sexual
Os três aspectos básicos do sexo são independentes entre si e interagem de maneira diferente, de acordo com alturas, ambientes e situações particulares. Assim, modelam o perfil sexual de cada pessoa.
Isto também inclui os interesses ou preferências sexuais deles e delas. Estes podem mudar no decurso da vida, espontaneamente ou como resultado de experiências positivas ou negativas, ou como resultado de tratamento. Por outro lado, certos aspectos do sexo são imutáveis (i.e. sexo cromossômico) ou podem mostrar-se resistentes à mudança (i.e. auto-identificação sexual e orientação sexual).
.(http://www2.hu-berlin.de/sexology/)
Os conceitos científicos são lógicos e direcionam o entendimento ao paralelo com a ciência exata. Também a um encontro com a questão sociológica e psicológica, não ficando de fora a educação, haja vista ser a principal na autoafirmação do indivíduo como pessoa. Não é difícil encontrar resposta às questões levantadas no século presente, como a existência de um terceiro sexo. Fica claro que se trata de uma questão de escolha/preferência, um caso psicossocial. Daí o perigo do neologismo “homofobia”:

Homofobia é o termo utilizado para nomear qualquer tipo de discriminação e/ou aversão aos homossexuais. No sentido mais profundo da palavra, homofobia ainda significa medo que uma pessoa pode ter de se tornar um homossexual. Dessa forma, pode-se perceber que o termo é um neologismo.

Existem várias ramificações que justificam a homofobia. Algumas pessoas encaram a homofobia como uma manifestação semelhante ao racismo onde as pessoas se limitam às imposições da sociedade e não são abertas ao novo e outras já veem a homofobia como um problema do século que contradiz os ensinamentos recebidos pela sociedade, pela família e pela religião.
(www.brasilescola.com/psicologia/homofobia)

Dentro de uma questão de escolha pessoal podemos afirmar que o negro, o índio, o velho, a criança, o portador de deficiência física, não escolheram esta situação, nem ser o que são quanto à pele ou etimologia. Estas pessoas são portadoras do direito de igualdade e de total proteção da justiça. POR QUE NÃO HÁ MOBILIZAÇÕES CONSTANTES E DE INVESTIMENTO MILIONÁRIOS PELOS DIREITOS DOS HUMANOS CITADOS NESTE PARAGRAFO?

Temos também aqueles que têm doença de descontrole sexual, problemas hormonais ou psicológicos, ou apenas um caso de problema espiritual? Ai vai um extrato de uma reportagem da revista época:
Dependência de sexo, comportamento sexual compulsivo e transtorno hipersexual. Há dúvidas sobre como classificar o distúrbio de Ricardo, Mário, Hugo, Caio e Cátia (os nomes são falsos), que acabaram buscando ajuda médica ou psicológica. O debate sobre o que os aflige acontece há mais de um século. A primeira referência vem do psiquiatra alemão Richard Von Krafft-Ebing, em seu livro Psicopatias sexuais, de 1886. Na obra, ele tenta categorizar o que chama de “desvios sexuais”. Discute a homossexualidade, o sadismo, o fetichismo e o que antigamente se chamava de ninfomania, o excesso feminino de sexo. Muitos dos comportamentos que Krafft-Ebing descreveu deixaram de ser considerados patológicos ao longo dos anos, das mudanças sociais e do avanço das pesquisas. O caso mais notório é a homossexualidade.
Mas o “desejo sexual excessivo” entrou para o rol do Código Internacional de Doenças, publicado pela Organização Mundial da Saúde. A quarta edição do Manual estatístico de doenças mentais (DSM, na sigla em inglês), a referência dos diagnósticos psiquiátricos, não tem uma categoria própria para o problema. Cita o comportamento sexual excessivo entre os “transtornos sexuais não especificados”. A próxima edição do DSM, prevista para 2013, deverá incluir uma menção a “transtorno hipersexual”. ( http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/02/eu-sou-viciado-em-sexo.html)
O que não pode acontecer é o desrespeito de ambos os lados, o individuo que fez a preferência sexual deve manifestá-lo dentro dos padrões de respeito pela família, ou seja, sem exibição homoafetiva. Entretanto, deve-se levar em conta que os indivíduos heterossexuais também devem apresentar respeito à família sem exibição de suas relações heteroafetivas. A família é o alvo a ser protegido é uma ordem de Deus registrada na Bíblia, reafirmada pela própria sociedade em que diz ser a família a base da sociedade.

Dentro destes acontecimentos quem mais sofreu foram as mulheres, as quais eram proibidas de terem o direto do prazer sexual: o orgasmo, caso isso acontecesse seriam excomungadas e classificadas como filhas de satanás e bruxas por terem poder de encantar os homens às luxuria. Enquanto isso, os homens cercados de honrarias podiam direta ou indiretamente ter relações com várias mulheres, sempre às escondidas, nas moitas abundantes daquela época. Vejamos este extrato da historiadora Mary Del Priore: “Seguindo uma trajetória histórica, Mary aponta que nos séculos XVII e XVIII a mulher era considerada pela Igreja como o símbolo do pecado e do mal, principalmente por conta dos enigmas ocultos em seu corpo, visto como algo maculado e indecente. Já no século XIX era a vez da infidelidade e do adultério, protagonizado particularmente pelos nobres. Esta ação, porém, era privilégio apenas dos homens, pois às mulheres cabia um papel exclusivamente passivo diante do novo comportamento masculino.” Quanto ao homossexualismo era também visto como prática demoníaca é claro que esses conceitos mudavam de acordo com a tribo ou país, pois também era como agora o é uma questão de cultura. Entretanto, nunca foram tratados de forma natural, por mais liberal que fosse aquele país. Não será necessário lhes dizer que tais povos, na verdade a maioria da sociedade no mundo não tinha a Bíblia como regra de fé, bem como ainda não o tem. Exceto os países dominados pelo católico-cristão, cujo entendimento, naqueles séculos XV a XVIII, era punir as mulheres, responsáveis por todos os pecados do mundo – segundo sua teologia, e beneficiavam os homens. Para confrontar e refutar tal ensino encontrou nos Evangelhos o relato quando o Senhor Jesus não deixou que apedrejassem uma adultera (Jô 8.4-11) e perdoou os seus pecados. Analise: se ela adulterou, logo não adulterou sozinha, cadê o adultero? Talvez estivesse naquele mesmo local junto com os acusadores, ou talvez fosse metade daqueles acusadores.
A nossa sociedade não mudou muito, as mulheres continuam julgadas aos extremos, mesmo diante de tanta banalidade exposta através da mídia, tentando dizer que está tudo igual. Entretanto, a verdade é que o homem quer uma mulher chamada de família, ou seja, sem histórico de promiscuidade que é uma definição social contemporânea e enrustida. Vivida fora das telinhas e das revistas, disfarçadamente os homens e até mulheres públicas falam de apoio e liberdade de escolha, mas a prática não essa. Haja vista que as mulheres do nosso tempo perderam a compostura, e em nome da liberdade estão se prostituindo, dando para o tal comportamento o apelido de profissão do sexo, ou modelo fotográfico (o nu artístico bem longe da proposta da arte), e outros.
De onde virá o ensino sexual? Temos a definição através dos dicionários, mas aconselho a base Bíblica e nos conhecimentos da psicologia, que seja através de palestras dentro da própria Igreja, seguindo o conteúdo por faixa etária, aplicada por mestres capacitados e dando aos pais determinações de educarem seus filhos desde o nascimento, seguindo orientações destes profissionais, sendo de preferência da Igreja. Por quê? Haja vista que tomemos esta postura, evitaremos ensinos corrompidos adquiridos no sistema do mundo, e mais, evitaremos traumas sexuais, práticas homossexuais, pois as mesmas são de origem psicossocial, levadas pela curiosidade e outras anomalias.
O sexo foi dado por DEUS, em nenhuma parte da Bíblia encontramos a sua proibição, somente normatização, e isso no Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), em destaque o livro de Levídico.
Nota-se que DEUS nunca aceitou a poligamia. No início (no período da inocência) Ele tolerava, suportava pelo seu infinito amor, sua MISERICORDIA. No Novo Testamento temos as palavras de JESUS sobre o adultério e o divórcio prática comum entre os Judeus, sendo a primeira disfarçadamente, a hipocrisia presente.
Nas epistolas Paulinas vemos várias observações duras sobre o assunto sexual e seu desvio de conduta: em ROM 1 (por que do homossexualismo, da libertinagem e seu fim; em 1Co 7 (tudo sobre antes, depois e durante o casamento); em Gal 5 (a obra da carne e seu fim); e outros tantos que se fossem aqui mencionados este texto seria de muitas páginas).
Encontramos em Cantares, Provérbios e em alguns livros já citados que o sexo também é produto do amor de DEUS para com o homem, em Gênese há uma determinação: o homem e a mulher formarão uma só carne. Assim, o casamento é fundamentado, nasce a família, o casamento é a expressão mais próxima, quase única, da junção sexo e amor, uma mistura homogenia, não pode ser desfeita se assim for feito, feita por DEUS; o que anda acontecendo então? Só tem uma explicação: a culpa é do diabo, usando seus vasos, a mídia, e até os leigos na palavra santa. Entretanto, vamos ser honestos! Deus tudo vê! Será que você não está usando errado o seu direito de escolha? Olhe para o céu e leia a Bíblia sem armações, e responda.