sexta-feira, 25 de maio de 2012

Buscando conhecimento e meditando





O homem sempre gostou de fábulas.
Nas primeiras civilizações encontramos registros em que a humanidade busca resolver seus problemas em suas crenças em um ser superior para cada fragilidade existente nos seus corpos, ou explicar o porquê do fogo, da água, das tempestades e trovões, do amar, etc. Neste quadro encontramos os gregos, uma civilização muito antiga e rica em fábulas e herança cultural; estes diante dos seus limites e perigos, mesmo sendo uma raça privilegiada pela capacidade filosófica e grande em estratégia, não atribui seus problemas a um Deus e sim a vários deuses. Sendo assim, mostram que lhe é necessário ter sempre um poderoso líder, pela sua fragilidade, de preferência sobrenatural. Começa assim o entendimento sobre o surgimento das religiões, vendo claramente a construção de histórias para explicar o inexplicável, selecionei estes extratos para ajudar o entendimento:
Até a unificação dos povos do vale do rio Nilo e o surgimento das dinastias dos faraós (3.000 a.C.), existem no Egito vários grupos autônomos, com seus próprios deuses e cultos.
Durante o período dinástico (até 332 a.C.) os egípcios são politeístas.
Os faraós são considerados personificações de deuses e os sacerdotes constituem uma casta culta e de grande poder político.
O monoteísmo acontece apenas durante o reinado do faraó Amenofis IV, que muda seu nome para Akenaton, em homenagem ao deus-sol. As pirâmides e os templos são alguns dos registros da religiosidade do povo egípcio, da multiplicidade de seus deuses e do esplendor de seus cultos.

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/arte-na-antiguidade/religioes-na-antiguidade.php#ixzz1vw9IrmUw
Deuses gregos
Os deuses gregos representam forças e fenômenos da natureza e também impulsos e paixões humanas. Moram no Monte Olimpo e de lá controlam tudo o que se passa entre os mortais. O panteão grego inclui semideuses, heróis e inúmeras entidades, como os sátiros e ninfas, espíritos dos bosques, das águas ou das flores.
Deuses olímpicos
O principal deus grego é Zeus, o pai e rei dos deuses e dos homens.

Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/arte-na-antiguidade/religioes-na-antiguidade.php#ixzz1vwACwPan

Não sou especializado em história, mas também não sou leigo no assunto, contudo sou desapegado a nomes e datas exatas; aliás, detesto assuntos recheados de nomes, datas e siglas, para mim, fazem o texto ficar cansativo. Os mestres, doutores, meu respeito e minha admiração, pois sei que são profissionais e falam, primeiramente, para uma classe em especial, ou a acadêmicos, é um público alvo especial. Estes magníficos profissionais pesquisadores nos trás a informação sobre a fundamentação de que uma crença é histórica, está registrada e deve ser estudada com mesmos olhos de um pesquisador, sem sentimento religioso, sem motivo escuso com intuito de apoiar uma seita apenas para agradar um grupo, ou o seu próprio ego. O material de estudo é variado, mas fica a dever quando não se fundamenta na Bíblia. Haja vista, ser o livro sagrado o ponto de união para aqueles que se declaram adoradores de Deus.
Sendo a fé muito mais profunda que material coletado em missão arqueológica, os seus registros ficam vulneráveis para os teólogos cristãos, que tem a preocupação de trabalhar em suas pesquisas com os registros encontrados na Bíblia e entorno dela. Na verdade, para nós cristãos, os registros encontrados de outros povos, os quais não tinham a fé dos Hebreus, são meramente fábulas. Esta visão, já na era de Jesus Cristo, também, tinham os Apóstolos responsáveis pelo Novo Testamento, precisamente na epistola de Paulo a Timóteo (II Tm 1:4), deixa-nos claro que as tais são reprovadas por Deus, pois a única verdade é a Bíblia, mas isso parece muito difícil de ser entendido por todos os homens, tendo em vista as regras estabelecidas para as pesquisas cientificas.
O homem de nossos dias comum, leigo, ou portador de muito conhecimento, acredita facilmente em uma assombração (criação do seu inconsciente), ou que uma criatura pode ser deus, pois quando está diante de um fato sobrenatural ou naturalmente impossível precisa, primeiramente, substanciar sua fé, se sentindo inseguro naquilo que não vê. Para explicar o sobrenatural transforma o invisível em visível, como: pau, pedra, ou metal, em forma de um ser vivo, prioritariamente, no caso da cultura brasileira em um ser – humano, acompanha de uma linda história. Havendo no momento da transformação a união entre a necessidade espiritual, a conformação do estado natural e a bengala de apoio ao EGO, tendo um só resultado: a falsa religião. Sendo assim, Deus não consegue religar-se aos homens, os quais, como fundamento, estabeleceram os próprios entendimentos. Repetindo os mesmos erros da civilização antiga.
Dentro da humanidade existia um povo nascido a partir de Abrão, este nos trouxe o ensino de uma religião monoteísta, não como o monoteísmo de faraó Amenofis IV onde ele mesmo era o único deus, mas sim como o da nação Israel onde o seu Deus é espírito, invisível, onipotente, onipresente, onisciente, um Deus que anda só, tem olhos e vê, tem boca e fala, tem ouvidos e ouvi, tem mãos e socorre te pecando pelas mãos e te protegendo, veja o extrato deste salmo 115:
4 Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.
5 Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem; e
6 Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.
Encontramos desta forma em Jesus Cristo esse Deus, que resolveu estabelecer uma nova situação para o homem: ser igual a ele, livre de pecado, e morar no céu. Assim a melhor visão é estudar a Bíblia junto com as informações obtidas até o dia de hoje e crescer no conhecimento e na fé, para melhor amar a Deus.