domingo, 29 de abril de 2012

A melhor técnica educacional






A natureza do homem é a grande dúvida em seu interior, a escolha do rumo em que vai dar a sua vida e isso acontece ao longo de sua existência, mas a maior delas é se vai dar ouvido a sua justiça ou a justiça de Deus. Observa que o homem nasce com uma visão egocêntrica estabelecida pela sua própria natureza e dependendo do período educacional essa fase pode perdurar toda sua existência.
A educação nasce junto com o homem, em extrato, do site exercitando saude, da informação do “ Dr. Salvador: Estudos modernos vêm nos mostrando que o feto cursa uma espécie de pré-escola intrauterina. Conforme ele vai se desenvolvendo, por exemplo, ao chegar no último trimestre, sua senso-percepção auditiva, visual e tátil está em pleno desenvolvimento.” Toda troca de experiência estabelecido primeiramente pelo próprio organismo do ser humano, o qual tem tudo pré-determinado. O princípio educacional está ai e busca nascer a partir dos pais e nos próprios, dia após dia, a cada minuto uma experiência é trocada. A magia da formação dos seres humanos está explicita para todos. O grande problema é que a educação é a transferência de uma cultura entre gerações, esta cultura tão difícil de ser significada pelos estudiosos da língua.
Existi muitas correntes ideológicas sobre a educação, em particular quero falar da teoria Neo-Humanista é uma síntese harmônica de liberdade e responsabilidade, misticismo e praticidade, racionalidade e criatividade. Através dela as crianças desenvolvem o autoconhecimento e o conhecimento objetivo. Não é apenas uma educação intelectual, mas uma educação do coração. Além deste extrato temos outra visão a partir de fragmentos de textos: “ estimula a participação ativa nas mudanças sociais positivas. Os estudantes necessitam desenvolver uma consciência social e um sentido de justiça, para dessa forma discernir as estratégias de manipulação e os sentimentos discriminatórios que causam sofrimento a todos os seres.”Assim podemos enxergar mais os ensinos humanos entregues e ordenado pelo Senhor Jesus Cristo no Capítulo 28 do Evangelho do Apóstolo Mateus, no último versículo,” Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado.”
As dificuldades provocadas pelo egoísmo, uma falha na educação gerada pelo descuido dos pais ao criar seus filhos, agora comprovado desde a vida intrauterina, não respeitando os conceitos éticos na transição da infância para a fase adulta, criou um estado de espírito cansado de tanta opressão por ter faltado no processo educacional o conhecimento de afeto, respeito, carinho e religiosidade, falta da palavra de Deus.
O princípio natural do homem é em se auto proteger e tirar benefícios de tudo o que puder e tal afirmação tomo como referência, a priori, esses versículos bíblicos: a) "Mas todos nós somos como imundo, e nossa justiça como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebata (IS 64:6)"; b) "Não conhecem o caminho da paz, nem há justiça em seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; todo aquele que anda por ela não tem conhecimento da paz (IS 59:80)". Fica claro que o homem não tem condições de fazer justiça, nem de entendê-la sem o apoio do Espírito de Deus, com isso quero afirmar que o educador é um sacerdote, que os pais devem ser educadores capacitados por Deus, para que consigam ensinar o amor aos seus filhos e inseri-los na sociedade cheio de valores humanos, sei ser tal entendimento alto demais para o ser humano.
Para elucidar o assunto tenho a ajuda do extrato do site Escola Neo-Humanista a afirmação que a “educação estimula a participação ativa nas mudanças sociais positivas. Os estudantes necessitam desenvolver uma consciência social e um sentido de justiça, para dessa forma discernir as estratégias de manipulação e os sentimentos discriminatórios que causam sofrimento a todos os seres.” Dentro da visão deste site compreende-se a preocupação do espírito de buscar solucionar os problemas na formação social criando o sentimento de justiça. Suas preocupações mostram a compreensão da tendência do homem para um só caminho: a injustiça e o fim é serem conduzidos pelas suas iniquidades e assim vir a ser escravos de seus vícios, de suas sexualidades, de suas ambições.
Por não terem conhecimento do caminho da paz, construíram suas próprias leis traçando caminhos que só são retos aos seus olhos. Contradiz assim suas teorias e técnicas educacionais quando não apoiadas em conceitos teológicos ortodoxos.
A Bíblia nos afirma que existem justos na terra nos trazendo o entendimento de pessoas que nascem com um espírito excelente. Na Epístola do Apóstolo Paulo aos Romanos capitulo 2 e versículos 14 e 15 temos o ensino do Apostolo: “14 Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; e 15 Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os; essa afirmação mostra que sendo pessoas que não conheciam as leis judaicas as cumpriam normalmente, mesmo sem ter qualquer ensino ou contato com o povo de Israel. Vemos a educação socializando e trazendo o sentimento de justiça em homens tementes a Deus, homens verdadeiramente adoradores do Altíssimo, como exemplo temos os seguintes versículos: "a)...Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus. (GN 6:9)"; b) "E chegou-se Abraão, dizendo: destruirás também o justo com o ímpio?(GN 18:23)"; c) "Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus e o que não serve. (ML 3:18)".
Em uma observação clara da Bíblia vemos Noé sendo declarado justo, e não foi somente ele, temos outros personagens bíblicos, os quais poderão ser citados durante o transcorrer deste comentário. A declaração de justo foi feita pelo próprio Deus, mostrando uma intimidade com o Senhor da Glória, e percebe-se que Noé não tinha tal pretensão, isso aconteceu também com Jó, conhecido popularmente pela sua paciência, o qual se viu obrigado a relatar sua vida aos seus amigos, que o visitaram para o acusar de estar em pecado. A justiça prevaleceu na vida de Noé que foi salvo da inundação do mundo e de Jó que teve a recuperação de tudo o que perdeu. A justiça é exclusividade do justo, daquele que foi educado pelo Espírito de Deus a amar o seu Criador e ao seu próximo, o justo é protegido por Deus e por isso prevalece sempre. O livro de Salmos número 37 e versículo 25 afirmam: "Fui moço e agora sou velho; mas nunca vi desamparado um justo, nem a sua semente a mendigar o pão."
O desejo de todo homem é a justiça, mesmo sendo injusto o tal quer justiça. Este sentimento se torna paradoxo, uma vez que ele também pratica injustiça. A grande questão está na cegueira espiritual e cultural do pleiteante, não se dá conta de que se for colocado na balança acabará condenado. Diante do quadro social em que a corrupção tomou conta de todos os setores de nosso país, até mesmo no judiciário, o grito da sociedade hoje é justiça, exigindo resposta aos crimes praticados pelo seu próximo.
Entretanto, tem dúvidas de qual deve ser a punição e se fere os conceitos do povo, em sua totalidade, e aos Cristãos a punição com a morte. A pergunta que fala mais alto do que o grito da sociedade é: isso é justiça ou vingança? Então nós nos perguntamos: Deus vinga? "O Senhor é Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de furor; o Senhor toma vingança contra os seus adversários; e guarda a ira contra os seus inimigos, esta afirmação está registrada no Livro do Profeta Naum capítulo 1 , versículo 2”.
A vingança é justiça quando parte de Deus; só o Criador do universo e de tudo quanto neste existe pode fazer justiça em toda plenitude vingando os seus servos, os pobres e oprimidos, os órfãos e viúvas. Pois só Ele tem o domínio, a balança perfeita, a medida perfeita. Jeová é o Senhor da Justiça, onisciente, onipotente e onipresente. Deus tem a medida exata. Os homens confundem justiça com vingança, entretanto Deus deu ao homem o poder de julgar sua tribo, sua nação, embora essa realização de justiça, quase sempre, nada tem haver com justo código de Deus. Muitos acreditam que há uma ligação entre as decisões dos homens e a de Deus, e até citam Mt 18:18 "Em verdade vos digo que tudo que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu". O texto em Mt 18:18 fala da doutrina cristã e menciona implicitamente a misericórdia, para aquele que se arrepende quando admoestado pelo seu irmão, ou seja, não deve haver intenção de condenar o que pecou e sim reconduzi-lo ao caminho certo.
A misericórdia é um desafio para o homem e um dos requisitos para a salvação, na oração que o Senhor Jesus, O VERDADEIRO EDUCADOR, nos ensinou dizendo: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;" (Mt 6:12). Se a condição explicita na oração é esta, perdoar para ser perdoado, como podemos afirmar que vamos para o céu sem perdoar os nossos ofensores? Como podemos afirmar que a nossa oração está sendo ouvida? Os nossos desejos de vingança são terrivelmente grandes, e é a prova de um grande paradoxo. Queremos até mesmo que um irmão que nos ofendeu morra, ou adoeça, ou aconteça algo ruim com um de seus parentes. Isto é terrível! O Salmo 6:2 diz: "tem misericórdia de mim, SENHOR, porque sou fraco; sara-me, SENHOR, porque os meus ossos estão perturbados."; e em 1Pe 2:23 "O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente;". Se Jesus entregou a ofensa ao Deus Pai, por que faríamos diferente? Jesus perdoou os seus algozes, por que não perdoamos também? Que Deus nos ajude a compreender os seus mistérios e entrarmos pela porta estreita.